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Piercings e tatuagens chamativas: a mais recente moda é a pele que envolve seu corpo!

A contínua apropriação deste antigo tabu por estilistas e celebridades sugere que o piercing tem feito incursões mais profundas não só entre os cidadãos comuns, mas também entre uma elite endinheirada. Uma das coisas mais polarizadoras em Manhattan nesta primavera foram as vitrines na da Barneys New York, na Madison Avenue, expondo uma série de manequins. Eram sósias de modelos reais que participaram do desfile de moda masculina da Hood by Air em janeiro, incluindo suas tatuagens elaboradas e apliques exóticos distorcendo seus sorrisos.

Numa semana recente os transeuntes não desgrudavam os olhos do local, com dificuldade para entender a cena, uma combinação curiosa de teatro de rua e moda pornográfica. “Obviamente isto foi trabalho de um artista”, disse Paul Roberts, turista de Edimburgo. “Vai além da simples montagem de uma vitrine, não acha?”

Mas para Claudia Brien, jovem mãe de Upper East Side, o espetáculo era “mais do que repugnante”. “Passo por aqui sempre, mas mudo meu caminho para manter meus filhos afastados.”

Ame ou odeie, o fato é que as vitrines, os manequins, lábios em círculo com chupetas adornadas com pedras preciosas, “pele” elaboradamente tatuada, viraram uma atração. Com certeza, testemunha do fascínio cada vez maior pela modificação corporal para chamar a atenção ao extremo: tatuagens por todo o corpo, implantes sob a pele, piercing, estiramento, marcas no corpo, entre outros.

Shayne Oliver, a principal força criativa dentro do Hood by Air, foi ágil em explorar esse fascínio. De uma peça com suas colaborações musicais dentro e fora da passarela, as vitrines constituíram uma provocação calculada, em sintonia, como ele afirma, com “a linguagem da extravagância, do exagero”.

Ao mesmo tempo, as vitrines “abriram uma porta aberta a um diálogo interessante” disse Dennis Freedman, diretor criativo da Barneys. “Você começa a se familiarizar com algo que à primeira vista parece aterrador. Mas suspeito que, com o tempo, as pessoas se habituam”.

Como se costuma dizer, o olho se adapta. Os piercings no rosto e no corpo, alargadores dos lóbulos das orelhas, apliques dentais e pintura tribal eram outrora domínio de uma denominada subcultura subversiva ou pervertida. Modificações do corpo extremas, uma prática tão generalizada em alguns círculos a ponto de ser considerada movimento, foram profusamente documentadas em livros como o “Modern Primitives”, bíblia da modificação corporal de 1989.

Inspirado por Fakir Musafar, um artista especializado em performances e um dos principais proponentes do movimento primitivo moderno, o livro está repleto de fotos de Musafar refazendo o contorno da sua cintura e extremidades com faixas de metal apertadas, ou pendurado em uma árvore com ganchos usados em açougues. O livro possui imagens também de Leo Zulueta, artista da tatuagem com um ostentoso emblema que acentua os contornos das suas costas.

As tatuagens e piercings muito expostos, que ressurgiram no início dos anos 90 como insígnia de rebeldia dos orgulhosos contestadores da sociedade, hoje vêm sendo adotados em locais inconcebíveis.

“Estamos vendo muitas pessoas que provavelmente nunca entraram num estúdio de piercing”, disse Miro Hernandez, porta-voz da Association of Professional Piercers e sócio do Dandyland, estúdio de piercing em San Antonio. “São empresários, médicos, enfermeiras e professores com maior discernimento sobre o que buscar e o que escolher”.

Na verdade a contínua apropriação deste antigo tabu por estilistas de moda, celebridades e cidadãos comuns sugere que o piercing tem feito incursões mais profundas não só entre os cidadãos comuns, mas também entre uma elite endinheirada.

“Numa era de excessivo individualismo, as marcas e modificações que fazemos no corpo não são vistas como sinal de excentricidade ou outras tendências, mas como uma expressão do gosto pessoal”, escreveu Christine Rosen, historiadora cultural, na The Hedgehog Review, revista de crítica cultural. Rosen chega a sugerir que modificar a pele que envolve seu corpo se tornou um tipo de lazer que não é mais estranho do que, digamos, fazer uma aplicação de botox.

“Hoje a resposta à pergunta porque uma pessoa se tatua é como ‘semana de férias na primavera’, comparada com a que era dada pelas gerações anteriores, ou seja, ‘eu estava numa prisão’”, escreveu ela.

Ninguém, é claro, dirá que as mães de família dos bairros mais ricos estarão assediando seus dentistas para colocarem um aplique na boca logo mais. Mas muita coisa sugere que há uma maior aceitação de artes mais sutis de modificação do corpo: argolas no septo reais e falsas, alargadores de orelha, “mangas” tatuadas nos antebraços.

A moda certamente influiu: no desfile de primavera 2016 de Givenchy as orelhas das modelos estavam incrustadas de cristais e studs, os rostos cobertos por joias coladas na face, contas e renda. Na Rodarte, as sobrancelhas das modelos estavam adornadas com minúsculos arcos, ao passo que as modelos no desfile de Dries Van Notem usavam luvas longas e justas reproduzidas por meio de estêncil com desenhos como se fossem tatuagens.

Depois temos as celebridades: Rihanna e FKA Twigs, nas capas de revistas de moda: Kendall Jenner, que usou uma argola no nariz do tamanho de um dólar de prata no festival Coachella em 2014; e Justin Bieber exibindo uma nova cruz tatuada sob o olho esquerdo em seu feed no Instagram.

Essas alterações sutis no corpo valem “para todo tipo de pessoa, seja modelo ou barista no Starbucks”, disse JonBoy, artista que faz as tatuagens de Justin Bieber. “É como usar um acessório e parecer elegante, sofisticado e sexy ao mesmo tempo”.

Outro dia Catherine Hay, especialista em comunicações e marketing, de 45 anos, que tem uma clientela empresarial, passou algumas horas deitada numa mesa de cirurgia no salão de piercing End is Near, no Brooklyn. Depois de refletir alguns meses, ela decidiu colocar um piercing no umbigo. “Pode parecer superficial, mas pratico Pilates e acho que um piercing no umbigo vai ficar bonito quando estiver me exercitando.”

Craig Rodrigues, proprietário do estúdio End is Near e Hand of Glory falou num programa de rádio no início dos anos 1990 como o piercing estava se tornando comum. Nesta semana ele lembrou: “era popular na época. Mas conhecendo o que faço agora, acho que subestimamos o seu impacto.”

Rodriguez, que vende joias a preços que vão de US$ 60 a US$1.500 por uma peça sob encomenda, em breve vai se aventurar em Midtown Manhattan, se expandindo para lojas de luxo. Em junho, em colaboração com Sydney Evan, joalheria com sede em Los Angeles, ele oferecerá sua expertise para os clientes da Bergdorf Goodman.


AFINAL, O QUE É SER UMA MULHER EMPODERADA?

Os 7 Princípios de Empoderamento das Mulheres são as bases conceituais das atividades e conteúdos programáticos do Movimento Mulher 360.

Os Princípios de Empoderamento das Mulheres (WEPs) são um grupo de Princípios para o meio empresarial que oferecem orientação sobre como delegar poder às mulheres no ambiente de trabalho, mercado de trabalho e na comunidade. Eles são o resultado de uma colaboração entre a Entidade das Nações Unidas para a Igualdade de Gênero e Empoderamento das Mulheres (ONU Mulheres) e o Pacto Global das Nações Unidas.

Os Princípios enfatizam o caso de negócio de ação corporativa para promover a igualdade de gênero e o empoderamento das mulheres, e se baseiam em práticas de negócios e insumos da vida real colhidos do mundo todo. Os Princípios de Empoderamento das Mulheres buscam apontar a melhor prática, trabalhando com a dimensão de gênero da responsabilidade, do Pacto Global da ONU e o papel do meio empresarial no desenvolvimento sustentável. Além de ser um guia útil para as empresas os Princípios procuram subsidiar outros stakeholders, incluindo os governos, em seu envolvimento com o meio empresarial.

  1. LIDERANÇA: Estabelecer uma liderança corporativa de alto nível para a igualdade entre gêneros;
  2. IGUALDADE DE OPORTUNIDADE, INCLUSÃO E NÃO DISCRIMINAÇÃO: Tratar todos os homens e mulheres de forma justa no trabalho – respeitar e apoiar os direitos humanos e a não discriminação;
  3. SAÚDE, SEGURANÇA E FIM DA VIOLÊNCIA: Assegurar a saúde, a segurança e o bem estar de todos os trabalhadores e trabalhadoras;
  4. EDUCAÇÃO E FORMAÇÃO: Promover a educação, a formação e o desenvolvimento profissional para as mulheres;
  5. DESENVOLVIMENTO EMPRESARIAL E PRÁTICAS DA CADEIA DE FORNECEDORES: Implementar o desenvolvimento empresarial e as práticas da cadeia de abastecimento e de marketing que empoderem as mulheres;
  6. LIDERANÇA COMUNITÁRIA E ENGAJAMENTO: Promover a igualdade através de iniciativas comunitárias e de defesa;
  7. ACOMPANHAMENTO, MEDIÇÃO E RESULTADO: Medir e publicar relatórios dos progressos para alcançar a igualdade entre gêneros.

8 de Março: Dia Internacional da Mulher

Dia Internacional da Mulher é celebrado no dia 8 de março. A ideia de criar o Dia da Mulher surgiu no final do século XIX e início do século XX nos Estados Unidos e na Europa, no contexto das lutas femininas por melhores condições de vida e trabalho, e pelo direito de voto. Em 26 de agosto de 1910, durante a Segunda Conferência Internacional das Mulheres Socialistas em Copenhaga, a líder socialista alemã Clara Zetkin propôs a instituição de uma celebração anual das lutas pelos direitos das mulheres trabalhadoras.

As celebrações do Dia Internacional da Mulher ocorreram a partir de 1909 em diferentes dias de fevereiro e março, a depender do país. A primeira celebração deu-se a 28 de fevereiro de 1909 nos Estados Unidos, seguida de manifestações e marchas em outros países europeus nos anos seguintes, usualmente durante a semana de comemorações da Comuna de Paris, no final de março. As manifestações uniam o movimento socialista, que lutava por igualdade de direitos econômicos, sociais e trabalhistas, ao movimento sufragista, que lutava por igualdade de direitos políticos.

No início de 1917, na Rússia, ocorreram manifestações de trabalhadoras por melhores condições de vida e trabalho e contra a entrada da Rússia czarista na Primeira Guerra Mundial. Os protestos foram brutalmente reprimidos, precipitando o início da Revolução de 1917. A data da principal manifestação, 8 de março de 1917 (23 de fevereiro pelo calendário juliano), foi instituída como Dia Internacional da Mulher pelo movimento internacional socialista.

Na década de 1970, o ano de 1975 foi designado pela ONU como o Ano Internacional da Mulher e o dia 8 de março foi adotado como o Dia Internacional da Mulher pelas Nações Unidas, tendo como objetivo lembrar as conquistas sociais, políticas e econômicas das mulheres, independente de divisões nacionais, étnicas, linguísticas, culturais, econômicas ou políticas.


Victoria’s Secret Fashion Show 2018 – O que vem por aí!

No ultimo dia 08 de Novembro aconteceu o vigésimo quarto fashion show da marca. O fashion show teve seu inicio em meados dos anos noventa, mais especificamente em 1995 em Nova York, EUA.

Em suas vigésima quarta edição a marca faz o seu come back para Nova York, o FS já passou por cidades como Miami, Londres, Paris e Xangai.

As novidades dessa edição são diversas, começando pelo casting que traz novidades como a modelo Winnie Harlow, portadora de vitiligo, que se tornou um ícone após assumir sua doença como uma necessidade para diversidade na moda. Outra novidade é a modelo filipina, Kelsey Merritt, se tornando a primeira modelo das Filipinas a desfilar pela VS. As brasileiras sempre tiveram seus lugares garantidos no VSFS, Gisele Bündchen, Alessandra Ambrósio, Isabel Goulart, Isabeli Fontana, Lais Ribeiro, nessa edição Adriana Lima se despede da marca em seu ultimo desfile. Estão no desfile as top’s Barbara Fialho, Gizele Oliveira e Lais Ribeiro.

Outra novidade é a nova parceria com a estilista Mary Katrantzou que assinou as lingeries desta edição, em comemoração pelos 10 anos de existência de sua marca.

O que não é mais novidade, porém, é uma das queridinhas dos desfiles é a collab com o designer Brian Atwood que há quatro edições desenha os sapatos para a marca. Outra confirmadíssima na produção das top’s é a maquiadora Charlotte Tilbury, que alega estar honra em produzir o VSFS de 2018. Em comemoração aos 5 anos de sua marca, a maquiadora, diz que trará 2 novos produtos de edição limitada para ser usado nas modelos.

Além das Top’s maravilhosas, o Victoria’s Secret Fashion Show conta com shows de altíssimo nível. Já se apresentaram no FS nomes como Lady, Gaga, Bruno Mars, Taylor Swift, Usher, Rihanna, The Weekend e muitos outros nomes da musica Internacional. Para esta edição teremos um show maior, com mais atrações musicais entre eles: Rita Ora, Bebe Rexha, The Chainsmokers, Halsey, Kelsea Ballerini, Shawn Mendes e The Struts.

O Fashion Show será exibido na televisão no próximo dia 02 de Dezembro. Ficaremos atentos e logo traremos mais novidades.


SELFIE, SELFIE MEU

Considerado por muita gente um hábito narcisista, tirar foto de si mesmo seja com uma câmera fotográfica convencional ou com um smartphone parece uma tendência que veio para ficar nas redes sociais. Depois do famoso selfie que o ator Bradley Cooper tirou na noite do Oscar, derrubando temporariamente o Twitter, com o recorde de mais de 2,5 milhões de retweetsselfie, sem dúvida, se tornou palavra corriqueira no nosso vocabulário.

Aliás, essa já era uma tendência anterior à foto em que aparecem também Meryl Streep, Julia Roberts, Lupita Nyong’o, Jennifer Lawrence, Ellen Degeneres, Angelina Jolie, Brad Pitt e Kevin Spacey, como mostra o Oxford English Dictionary, que elegeu selfie “a palavra do ano” em 2013. Mas afinal, o que o selfie pode revelar sobre o autorretratado?

O projeto SelfieCity funciona na linha “mostre-me teu selfie e te direi quem és”. O objetivo é descobrir traços culturais de uma cidade e o comportamento de seus moradores analisando esse tipo de foto. A equipe do SelfieCity coletou, ao todo, 656 mil fotos do Instagram vindas das cidades de Nova York, Bangkok, Moscou, Berlim e São Paulo, tiradas em dezembro de 2013.

Deste total, foram selecionados apenas os selfies, algo em torno de 3 mil fotos. Depois de analisar dados como a inclinação da câmera na hora do clique e se os retratados sorriem ou não, o levantamento chegou a algumas conclusões curiosas. Por exemplo:


O selfie de todos os selfies

Mulheres tiram mais selfies que os homens – Em todas as cidades analisadas, o número de mulheres que se fotografam é maior que o de homens. Em Moscou, na Rússia, essa proporção chega a 82%. A cidade onde o índice de homens e mulheres é mais próximo é Bangkok, na Tailândia, com 55%. No Brasil, a cidade escolhida foi São Paulo, onde as mulheres chegam a 65%.

Elas são mais ousadas – Segundo a pesquisa, as mulheres tendem a tirar fotos mais sensuais do que os homens. Em São Paulo, a tendência é ainda mais acentuada: as paulistanas querem enquadrar não só seus rostos, mas também seus corpos nos selfies.

A maior parte dos selfies é feita por jovens – Eles têm em média 23 anos. Em Bankcok, são mais novos, 21 anos. Já em Nova York, mais velhos, 25 anos.

Os mais sorridentes estão em São Paulo – Os moradores de Sampa só perdem em sorriso para o pessoal simpático de Bangkok.

Os menos sorridentes estão em Moscou – Junto com os moscovitas, no quesito cara séria os moradores de Berlim estão ali, ali.

Fonte: Bayer Jovens


Copa do Mundo 2018

 

Valeu enquanto durou a participação da nossa seleção na Copa! Fomos muito bem representados por todos que estavam lá! Esperávamos a Taça, mas ainda não foi desta vez a hora de colocarmos a sexta estrela no peito. Somos uma nação alegre, criativa, divertida e com muito potencial, assim como as crianças do nosso BRASIL. Foi bonito ver a camisa amarela brilhando em campo e nas arquibancadas, mesmo que em campo não tivéssemos obtido o resultado sonhado. Faz parte do jogo. Que continuemos com esse nacionalismo fervendo no peito, e que possamos juntos reerguer esse nosso país que é simplesmente maravilhoso! Até 2022!!!


O USO INDEVIDO DE APARELHOS TELEFÔNICOS NO TRÂNSITO

Todos os anos vimos no Brasil o aumento do índice de acidentes de trânsito onde um dos condutores de um ou mais veículos envolvidos estava sobre efeito de álcool. Isso representa uma das causas pela qual o governo vem lançando campanhas de conscientização com foco no slogan “se beber não dirija”.
Dentre as alterações de comportamento presentes na direção perigosa destaca-se a perda de reflexo e o poder do tempo de reação a situações adversas. Essas alterações estão relacionadas não só ao consumo de bebidas, mas também ao uso indevido do telefone celular, principalmente o smartphone.
O celular basicamente nos acompanha em todos os lugares, e nas mais diversas situações. E se for um smartphone, a comunicação é potencializada, afinal, além de você conseguir enviar uma mensagem, compartilhar fotos, textos, também consegue realizar o pagamento de contas, conversar por vídeo chamadas e etc.
O smartphone é um aparelho poderoso de tecnologia e facilidade de comunicação, entretanto, oferece riscos ao dividir a sua atenção com a condução no trânsito. Pesquisas realizadas pelo Departamento de Trânsito dos Estados Unidos, apontam que digitar no smartphone simultaneamente ao ato de dirigir aumenta em 23 vezes o risco de acidentes, e uma ligação durante a condução deixa o(a) motorista 6 vezes mais exposto(a) ao perigo. Além disso, usar algum dispositivo móvel ao volante acarreta no aumento de até 400% o risco de acidente.
A Faculdade de Engenharia Industrial (FEI) de São Paulo, constatou que a distração ao olhar o smartphone dura, em média, 23 segundos, ou seja, se o veículo se movimentar a 60km/h, o(a) motorista percorrerá 380 metros às cegas. Já se o carro estiver a 100km/h serão cerca de 640 metros percorridos sem olhar para a estrada. A cada 2 tecladas no aparelho celular, pelo(a) motorista, resultarão em 2 segundos sem olhar para a via. Através disso, boa parte dos(as) condutores(as) têm o hábito de digitar, olhar para a estrada e voltar a digitar, porém perdem um tempo essencial de atenção, reação e frenagem.
De acordo com a operadora AT&T, 61% dos(as) motoristas têm costume de enviar mensagens enquanto estão dirigindo, 28% procuram informações na internet e 12% gravam vídeos. Conforme um estudo do Hospital Samaritano, em São Paulo, 80% dos(as) motoristas admitem que usam o celular ao volante e 8% desejam mudar este comportamento.
Percebeu como aquela olhadinha para o celular, digitar a mensagem, olhar para a frente, digitar novamente pode representar um perigo para a sua vida e a de todos que estão com você no veículo? Lembre também dos(as) pedestres.
Preste atenção nesses detalhes e cuide de sua segurança ao volante!

 


A origem do ovo de páscoa

Na Páscoa, a celebração da morte e ressurreição de Cristo serve como um momento especial para que os cristãos reflitam sobre o significado da vida e do sacrifício daquele que fundou uma das maiores religiões do mundo. Contudo, muitos não conseguem visualizar qual a relação existente entre essa celebração de caráter religioso com o hábito de se presentear as pessoas com ovos de chocolate.

Para responder a essa pergunta, precisamos voltar no tempo em que o próprio cristianismo estava longe de se tornar uma religião. Em várias antigas culturas espalhadas no Mediterrâneo, no Leste Europeu e no Oriente, observamos que o uso do ovo como presente era algo bastante comum. Em geral, esse tipo de manifestação acontecia quando os fenômenos naturais anunciavam a chegada da primavera.

Não por acaso, vários desses ovos eram pintados com algumas gravuras que tentavam representar algum tipo de planta ou elemento natural. Em outras situações, o enfeite desse ovo festivo era feito através do cozimento deste junto a alguma erva ou raiz impregnada de algum corante natural. Atravessando a Antiguidade, este costume ainda se manteve vivo entre as populações pagãs que habitavam a Europa durante a Idade Média.

Nesse período, muitos desses povos realizavam rituais de adoração para Ostera, a deusa da Primavera. Em suas representações mais comuns, observamos esta deusa pagã representada na figura de uma mulher que observava um coelho saltitante enquanto segurava um ovo nas mãos. Nesta imagem há a conjunção de três símbolos (a mulher, o ovo e o coelho) que reforçavam o ideal de fertilidade comemorado entre os pagãos.

A entrada destes símbolos para o conjunto de festividades cristãs aconteceu com a organização do Concilio de Niceia, em 325 d.C.. Neste período, os clérigos tinham a expressa preocupação de ampliar o seu número de fiéis por meio da adaptação de algumas antigas tradições e símbolos religiosos a outros eventos relacionados ao ideário cristão. A partir de então, observaríamos a pintura de vários ovos com imagens de Jesus Cristo e sua mãe, Maria.

No auge do período medieval, nobres e reis de condição mais abastada costumavam comemorar a Páscoa presenteando os seus com o uso de ovos feitos de ouro e cravejados de pedras preciosas. Até que chegássemos ao famoso (e bem mais acessível!) ovo de chocolate, foi necessário o desenvolvimento da culinária e, antes disso, a descoberta do continente americano.

Ao entrarem em contato com os maias e astecas, os espanhóis foram responsáveis pela divulgação desse alimento sagrado no Velho Mundo. Somente duzentos anos mais tarde, os culinaristas franceses tiveram a ideia de fabricar os primeiros ovos de chocolate da História. Depois disso, a energia desse calórico extrato retirado da semente do cacau também reforçou o ideal de renovação sistematicamente difundido nessa época.


CARNAVAL 2018

Carnaval 2018 é comemorado em 13 de fevereiro. Esta é uma celebração de data móvel, mas que é obrigatoriamente comemorada numa terça-feira.

Apesar de tradicionalmente esse ser um dia de folga, o Carnaval não é um feriado nacional. No Rio de Janeiro, sim, é feriado estadual, conforme Lei nº 5246, de 14 de maio de 2008.

A festa de Carnaval dura três dias, e sua data varia a cada ano, uma vez que ocorre sempre 47 dias antes da Páscoa.

No Carnaval, as pessoas se vestem de maneira diferente da habitual, com trajes mais divertidos e inusitados, e comemoram a data indo aos bailes e desfiles específicos da época.

O Brasil é mundialmente conhecido por essa comemoração, que é festejada em todo país, em especial nos estados do Rio de Janeiro, Pernambuco, Bahia e São Paulo, que fazem grandes desfiles de fantasias com temas variados.

A cidade de Recife, nordeste do Brasil, também se destaca por ter o maior bloco de Carnaval do mundo, chamado “Galo da Madrugada”.

História do Carnaval

Originalmente, o termo “carnaval” significa “adeus à carne” (carnis levale, em latim), pois representava, na Idade Média, uma época de festas populares que antecediam um período de grande jejum.

O Carnaval passou a ser adotado pela Igreja Católica como o marco inicial da Quaresma a partir de 590 d.C.

No Brasil, esta festa popular começou a ser comemorada em meados do século XVII, por influência dos europeus, que já festejavam muito antes, principalmente na França e na Itália.

Foi apenas no século XX que o Carnaval no Brasil se consolidou com o formato conhecido contemporaneamente. O samba e as marchinhas carnavalescas foram grandes impulsionadores desta festa popular entre os brasileiros.

Quando será o Carnaval nos próximos anos?

Como dito, o Carnaval é uma festa móvel e, por este motivo, todos os anos é comemorado numa data diferente. Para já ir se programando, saiba quais são as datas do Carnaval para os próximos 5 anos!

  • Carnaval 2019 – 5 de março de 2019
  • Carnaval 2020 – 25 de fevereiro de 2020
  • Carnaval 2021 – 16 de fevereiro de 2021
  • Carnaval 2022 – 1 de março de 2022
  • Carnaval 2023 – 21 de fevereiro

Veja agora algumas maquiagens e  inspire-se!


Concerto natalino em Campinas

Neste domingo (17/12) a Orquestra Sinfônica de Campinas celebrará o Natal com uma apresentação na Concha Acústica da Lagoa do Taquaral, a comemoração será a partir das 19h. A regência fica por conta do maestro titular Victor Hugo Toro, neste ano o diferencial é a participação do coral da comunidade.

Além da soprano Jaquelina Livieri e do tenor Marcelo Vannucci, solistas destaques do concerto, e da exibição do Collegium Vocale Campinas, sob a regência do maestro Sérgio Akira Kavamoto, um coro, formado por pessoas da comunidade, interpretará canções natalinas e o famoso “Aleluia”, do oratório “O Messias”, de Haendel, acompanhado da Sinfônica.

O repertório traz, ainda, obras de Rossini, Verdi, Bernstein, Gounod, Mascagni, entre outros clássicos populares. “Queremos um concerto para vocês e com vocês. É o concerto de Natal da cidade e de toda comunidade campineira”, comentou o maestro.