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Piercings e tatuagens chamativas: a mais recente moda é a pele que envolve seu corpo!

A contínua apropriação deste antigo tabu por estilistas e celebridades sugere que o piercing tem feito incursões mais profundas não só entre os cidadãos comuns, mas também entre uma elite endinheirada. Uma das coisas mais polarizadoras em Manhattan nesta primavera foram as vitrines na da Barneys New York, na Madison Avenue, expondo uma série de manequins. Eram sósias de modelos reais que participaram do desfile de moda masculina da Hood by Air em janeiro, incluindo suas tatuagens elaboradas e apliques exóticos distorcendo seus sorrisos.

Numa semana recente os transeuntes não desgrudavam os olhos do local, com dificuldade para entender a cena, uma combinação curiosa de teatro de rua e moda pornográfica. “Obviamente isto foi trabalho de um artista”, disse Paul Roberts, turista de Edimburgo. “Vai além da simples montagem de uma vitrine, não acha?”

Mas para Claudia Brien, jovem mãe de Upper East Side, o espetáculo era “mais do que repugnante”. “Passo por aqui sempre, mas mudo meu caminho para manter meus filhos afastados.”

Ame ou odeie, o fato é que as vitrines, os manequins, lábios em círculo com chupetas adornadas com pedras preciosas, “pele” elaboradamente tatuada, viraram uma atração. Com certeza, testemunha do fascínio cada vez maior pela modificação corporal para chamar a atenção ao extremo: tatuagens por todo o corpo, implantes sob a pele, piercing, estiramento, marcas no corpo, entre outros.

Shayne Oliver, a principal força criativa dentro do Hood by Air, foi ágil em explorar esse fascínio. De uma peça com suas colaborações musicais dentro e fora da passarela, as vitrines constituíram uma provocação calculada, em sintonia, como ele afirma, com “a linguagem da extravagância, do exagero”.

Ao mesmo tempo, as vitrines “abriram uma porta aberta a um diálogo interessante” disse Dennis Freedman, diretor criativo da Barneys. “Você começa a se familiarizar com algo que à primeira vista parece aterrador. Mas suspeito que, com o tempo, as pessoas se habituam”.

Como se costuma dizer, o olho se adapta. Os piercings no rosto e no corpo, alargadores dos lóbulos das orelhas, apliques dentais e pintura tribal eram outrora domínio de uma denominada subcultura subversiva ou pervertida. Modificações do corpo extremas, uma prática tão generalizada em alguns círculos a ponto de ser considerada movimento, foram profusamente documentadas em livros como o “Modern Primitives”, bíblia da modificação corporal de 1989.

Inspirado por Fakir Musafar, um artista especializado em performances e um dos principais proponentes do movimento primitivo moderno, o livro está repleto de fotos de Musafar refazendo o contorno da sua cintura e extremidades com faixas de metal apertadas, ou pendurado em uma árvore com ganchos usados em açougues. O livro possui imagens também de Leo Zulueta, artista da tatuagem com um ostentoso emblema que acentua os contornos das suas costas.

As tatuagens e piercings muito expostos, que ressurgiram no início dos anos 90 como insígnia de rebeldia dos orgulhosos contestadores da sociedade, hoje vêm sendo adotados em locais inconcebíveis.

“Estamos vendo muitas pessoas que provavelmente nunca entraram num estúdio de piercing”, disse Miro Hernandez, porta-voz da Association of Professional Piercers e sócio do Dandyland, estúdio de piercing em San Antonio. “São empresários, médicos, enfermeiras e professores com maior discernimento sobre o que buscar e o que escolher”.

Na verdade a contínua apropriação deste antigo tabu por estilistas de moda, celebridades e cidadãos comuns sugere que o piercing tem feito incursões mais profundas não só entre os cidadãos comuns, mas também entre uma elite endinheirada.

“Numa era de excessivo individualismo, as marcas e modificações que fazemos no corpo não são vistas como sinal de excentricidade ou outras tendências, mas como uma expressão do gosto pessoal”, escreveu Christine Rosen, historiadora cultural, na The Hedgehog Review, revista de crítica cultural. Rosen chega a sugerir que modificar a pele que envolve seu corpo se tornou um tipo de lazer que não é mais estranho do que, digamos, fazer uma aplicação de botox.

“Hoje a resposta à pergunta porque uma pessoa se tatua é como ‘semana de férias na primavera’, comparada com a que era dada pelas gerações anteriores, ou seja, ‘eu estava numa prisão’”, escreveu ela.

Ninguém, é claro, dirá que as mães de família dos bairros mais ricos estarão assediando seus dentistas para colocarem um aplique na boca logo mais. Mas muita coisa sugere que há uma maior aceitação de artes mais sutis de modificação do corpo: argolas no septo reais e falsas, alargadores de orelha, “mangas” tatuadas nos antebraços.

A moda certamente influiu: no desfile de primavera 2016 de Givenchy as orelhas das modelos estavam incrustadas de cristais e studs, os rostos cobertos por joias coladas na face, contas e renda. Na Rodarte, as sobrancelhas das modelos estavam adornadas com minúsculos arcos, ao passo que as modelos no desfile de Dries Van Notem usavam luvas longas e justas reproduzidas por meio de estêncil com desenhos como se fossem tatuagens.

Depois temos as celebridades: Rihanna e FKA Twigs, nas capas de revistas de moda: Kendall Jenner, que usou uma argola no nariz do tamanho de um dólar de prata no festival Coachella em 2014; e Justin Bieber exibindo uma nova cruz tatuada sob o olho esquerdo em seu feed no Instagram.

Essas alterações sutis no corpo valem “para todo tipo de pessoa, seja modelo ou barista no Starbucks”, disse JonBoy, artista que faz as tatuagens de Justin Bieber. “É como usar um acessório e parecer elegante, sofisticado e sexy ao mesmo tempo”.

Outro dia Catherine Hay, especialista em comunicações e marketing, de 45 anos, que tem uma clientela empresarial, passou algumas horas deitada numa mesa de cirurgia no salão de piercing End is Near, no Brooklyn. Depois de refletir alguns meses, ela decidiu colocar um piercing no umbigo. “Pode parecer superficial, mas pratico Pilates e acho que um piercing no umbigo vai ficar bonito quando estiver me exercitando.”

Craig Rodrigues, proprietário do estúdio End is Near e Hand of Glory falou num programa de rádio no início dos anos 1990 como o piercing estava se tornando comum. Nesta semana ele lembrou: “era popular na época. Mas conhecendo o que faço agora, acho que subestimamos o seu impacto.”

Rodriguez, que vende joias a preços que vão de US$ 60 a US$1.500 por uma peça sob encomenda, em breve vai se aventurar em Midtown Manhattan, se expandindo para lojas de luxo. Em junho, em colaboração com Sydney Evan, joalheria com sede em Los Angeles, ele oferecerá sua expertise para os clientes da Bergdorf Goodman.


Calça Destroyed Masculina, pra inspirar e dicas de como utilizar!

Olha quem está voltando forte nestes últimos 2 anos pra cá, a Calça Destroyed Masculina! Com forte influência do Movimento Punk da Década de 70/80 e também do Grunge dos anos 90 (Kiss, Nirvana e outros exemplos), o estilo teve seus altos e baixos de 2000 pra cá! No final da última década e começo dessa que estamos vivendo, vimos muitas bandas mais atuais pegando tesouras, giletes, lixas e “destruindo” suas calças também, para não ficar de fora da moda. Agora pra 2019 o Jeans Destroyed Masculino volta a ganhar um bom destaque! E eu acho bem legal, como sempre dizem, “A moda é um ciclo”. Por isso não dá de jogar nada fora, dependendo do que for, claro.

Abaixo separei algumas dicas rápidas pra gente se inspirar:

• O que eu sempre achei bacana no estilo é que ele seja “destruído”! Isso mesmo, não gosto de Calça Rasgada muito certinha, pra mim tem que rolar uns fios pendurados, desfiados, um rasgo maior que o outro!

• Vale lembrar que você vai ganhar destaque no visual para parte de baixo do corpo com o jeans destroyed! Então, se você, por exemplo, tem a Coxa mais grossa, vale pensar em rasgos maiores ou dar mais foco do joelho pra baixo, por exemplo! Se você tiver essa ideia de equilíbrio em mente, dá para brincar muito bem e trazer o estilo a seu favor. Sacou?

• Se é a primeira vez que vai rasgar sua calça, minha dica é que use uma velha, ou que você não use mais, pra testar e pegar o jeito, entende?

• Pegou o jeito? Essa sua calça mais antiga, que está encostada, pode ganhar uma Nova Vida!
Bora se inspirar com as fotos?


Estilos de Barba – Tendências para se inspirar

Está querendo mudar seu visual? Que tal apostar em um dos estilos de Barba para 2019?

Buscamos algumas referências de principais formatos, estilos para você renovar seu visual. Fique tranquilo que o objetivo aqui é passar referências realistas, que alguns caras estão usando para você conhecer. Confira os estilos de Barba para 2019 para se inspirar!

BARBA COM LATERAIS ALTAS – Contrariando anos anteriores, em que a barba respeitava uma linha imaginária da orelha para o canto da boca, a barba com laterais altas não é bem um estilo, mas uma característica particular.Ela consiste em ter a barba subindo um pouco mais nas maças do rosto, a ponto de criar um ‘vão’ sem pelos aparente entre as laterais e o bigode. Até o cantor britânico Zayn Malik aderiu ao estilo. Essa finalização, mais alta na bochecha, pode ser feita no estilo desenhada, com a lâmina delimitando bem o fim dos fios com a pele, ou pode ser no degradê, fazendo uma transição suave.

ESTILOS DE BARBA: JAWLINE (OU NA LINHA DO MAXILAR) – Este é o estilo de barba JawLine, ou barba na linha do maxilar, na tradução livre, ganhou uma releitura, mas já foi bem famoso no fim dos anos 90, começo 2000, com a onda de barbas desenhadas.A diferença aqui é que ele ele concentra os pelos (aparados) saindo da região do queixo e criando uma linha até o maxilar.Isso pode ser feito de maneira mais desenhada, bem marcado, ou de forma mais ‘espontânea’, com um degradê. Esse estilo aceita até pelos em outras regiões, mas o destaque fica mesmo na região do maxilar.Vai bem para quem tem barba falha ou regiões que não crescem bem os pelos. Só tome cuidado para não desenhar muito um ‘fio de barba’ e ficar muito marcado.

BARBA QUADRADA – Apesar do nome, o estilo de Barba Quadrada não é porque lembra a figura geométrica, mas por trabalhar um corte de barba bem desenhado, com claras linhas retas de contorno. Ela funciona muito bem combinando com o corte de cabelo undercut. Para fazê-la, você precisa deixar seus pelos crescerem em um volume considerável, criando um volume em degradê feita com níveis de pentes de barbeador nas laterais, e com uma linhas bem delimitadas na região do maxilar e no pescoço, em diagonal para o queixo.Você pode apostar tanto em um bigode aparado quando em um mais definido e volumoso.

ESTILOS DE BARBA: TIDY CAREFREE – BARBA LEVEMENTE BAGUNÇADA – Depois de uma onda de barba desenhada, mantida com barbeador, este estilo de barba ganhou adeptos em meados de 2018 e chega bem em 2019. É uma barba média que pode até ter um bigode ou cavanhaque mais volumoso, mas que não segue o degradê, criando um tamanho mais uniforme e não em camadas. O destaque fica por conta de pelos um pouco mais revoltos na região lateral e não tão aparados ‘certinhos’ com barbeador como na barba quadrada, criando um ar de rebeldia.

BANDHOLZ – Essa não é bem uma tendência nova, mas algo que vem seguindo 2018. Para aqueles que têm muitos pelos faciais, o Bandholz é um estilo de barba para 2019 que vale a pena apostar.Consiste em ter um bigode grande e uma barba cheia. Diferente do estilo Garibaldi, esta barba tem a tendência em ser bem grande, ultrapassando os 20 cm da outra. Vale para quem tem o rosto oval e queixo pequeno.

ESTILOS DE BARBA: DUCKTAIL DEGRADÊ – Outro estilo que ganha adeptos é a barba Ducktail (ou bico de pato), somado com o corte degradê nas laterais. Ele é bom porque alonga os rostos redondos, esticando mais.Para cortar sua barba no estilo ducktail, você pode usar um aparador e tirar o excesso de pelos das costeletas seguindo a linha até o queixo. Neste estilo, a barba que cresce abaixo do queixo pode ser aparada para criar dois formatos: ou o pontiagudo, em V, ou o estilo mais redondo, em U.Vale lembrar que nas laterais a barba se conserva de baixa para média. Ela ganha volume na parte de baixo do queixo.

BARBA RALA (OU POR FAZER) – Por último, deixo um dos estilos de barba que tem muitos adeptos e que não é nenhuma novidade, mas se mantém firme para a próxima temporada. É a barba mais rala, que vai bem para quem tem problemas de barba falha e consegue tirar um visual legal sem precisar tirar todos os pelos. A barba rala não é deixar os pelos crescerem de maneira aleatória. Você pode apará-la com um barbeador, de maneira uniforme, ou criar um degradê em áreas com falhas, diminuindo os defeitos.