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BELEZA FEMININA

Conheça 7 dicas simples para valorizar a beleza feminina

Quem não quer manter estar sempre de bem consigo mesma? Para manter uma autoestima elevada é preciso gostar de si mesmo em primeiro lugar. E para estar com a pele, cabelos ‘na estica’ é preciso ter cuidado com  alguns hábitos de vida e uma alimentação saudável. Tudo o que consumimos reflete no nosso corpo. Além destes costumes importantes para valorizar a beleza feminina, é indispensável conciliar algumas dicas, que também estão no topo da lista.

Saiba quais são os sete hábitos mais importantes para manter a ‘beleza’ em dia.

1- Protetor solar

Você já está cansado de saber que o protetor solar é o primeiro da lista, mas não custa lembrá-lo novamente. O produto deve ser usado todos os dias, principalmente no rosto pois evita o envelhecimento precoce e protege contra os raios UVA e UVB. Seja no inverno ou verão, este é um item indispensável que não pode faltar na necessaire. O uso contínuo do protetor solar evita doenças como o câncer de pele.

 2- Os segredos da fronha

A fronha também guarda seus truques e segredos e mantém uma relação com a beleza da pele e dos cabelos. Evite as fronhas de algodão elas podem ser duras e opte por cetim ou seda. estes tecidos  vão diminuir os nós dos cabelos e vão manter a umidade natural dos fios. Já a pele, também ficará mais saudável porque as texturas mais suaves evitam alergias e irritações ~pode parecer estranho, mas tem tudo a ver com a sua saúde.

 3 Cuidado com a make

Seja mais carregada ou discreta, a make é a ‘queridinha’ das mulheres. Ela tem o poder de elevar a autoestima feminina e deixar as mulheres ainda mais poderosas mas cuidado com o excesso. Ela também pode trazer prejuízos para a pele do rosto. Base, corretivo e pó compacto o dia todo podem obstruir os poros, impedindo a pele de respirar, podendo contribuir para o aparecimento de rugas ~evite carregar na make.

 4- Atenção aos pincéis

Não é um ato tão corriqueiro mas, manter a higiene dos pincéis utilizados na maquiagem podem contribuir para uma pele mais saudável. Eles deve ser limpos pelo menos uma vez por semana, isso irá inibir o aparecimento de espinhas e cravos. A higienização remove as impurezas da maquiagem velha, sujeira, células mortas da pele, bactérias e óleos que podem vir a prejudicar o seu rosto.

 5- Reduza o açúcar

Não é uma dieta para emagrecer é apenas um hábito de beleza que vai contribuir para você ficar sempre bonita. O açúcar quebra o colágeno e a elastina, através de um processo chamado de glicação. Sendo assim, as proteínas da pele começam a perder elasticidade, facilitando o aparecimento das tão temidas rugas.

6- Brilho do couro cabeludo às pontas

O cabelo também merece um cuidado especial. Nem sempre os produtos utilizados são os principais causadores dos danos aos fios. Alguns hábitos também podem contribuir para que se tornem mais quebradiços e opacos. Uma dica infalível é: jamais esfregue a toalha para secar os fios. A força da fricção pode comprometer a saúde capilar e o aparecimento do frizz. Ao usar o secador, mantenha uma distância de 10 a 15 c m da raiz, para evita a oleosidade das madeixas.

 7- Água é fonte de energia

A água trás muitas benefícios à saúde e consequentemente à beleza feminina. Ela é um poderoso hidratante natural. Na hora de tomar aquele banho de água fria no verão não dá mais vontade de sair debaixo do chuveiro, não é mesmo? Para o corpo a água fria age como um tensor natural, e o resultado disso é uma pele macia, hidratada e bonita mantenha este hábito mas evite o desperdício.


DIGITAL INFLUENCER NA SOCIEDADE

Mercado de celebridades e influenciadores digitais no Brasil

O mercado de influenciadores digitais movimentou, mundialmente, US$ 6 bilhões em 2021. E deve girar US$ 10 bilhões em 2022, conforme levantamento da Mediakix. Várias razões tornam o país um dos maiores do mundo no segmento, com uma capacidade imensa de expansão. Historicamente, os brasileiros sempre foram dos mais aficionados em redes sociais, desde o Orkut. Hoje, ocupam o segundo lugar entre os usuários que mais passam tempo nesses canais, atrás apenas dos filipinos. Isso leva as marcas a buscarem cada vez mais celebridades e influenciadores, em busca de citações em seus perfis.

Mas qual é o tamanho do segmento de celebridades e influenciadores no Brasil?

Não se sabe. Embora seja destino de parcelas significativas das verbas de marketing de grandes marcas, o mercado de influenciadores digitais ainda é muito imaturo no país. Cresce de forma desestruturada. Em alguns aspectos, destaca-se como dos mais avançados do mundo, por exemplo, tanto pelo número de influenciadores (24 dos 100 youtubers mais influentes do mundo são brasileiros) ao se tornar o segundo país a ter um curso de nível superior regulamentado para formação na atividade. Em outros aspectos, permanece extremamente rudimentar. Não há dados que sirvam para mensurar o mercado, nem tampouco posts. Hoje, os influenciadores definem seus preços. Quando abordam um microinfluenciador para cotar o valor de uma publicação, as agências ouvem propostas que vão de duas capinhas de celular a R$ 3 mil. E não há critérios que definam esses valores.

Isso resulta da ausência de ferramentas que propiciem uma avaliação segura do engajamento que um influenciador pode gerar a cada momento sobre determinado público. Na verdade, há. Agências verificam quantas curtidas, comentários e encaminhamentos os influenciadores geram, se os perfis e seus seguidores são verdadeiros e outras variáveis. Mas de forma quase manual. É paradoxal que um segmento surgido da tecnologia opere alheio a ela, sem se valer de AI, algoritmos e ferramentas disponíveis usadas por empresas de todos os setores para gerar informações a partir de dados de forma instantânea.

Qual o real potencial de conversão dos influenciadores

A lentidão com que se avalia influenciadores leva as marcas a recrutar pessoas que possuem um potencial de conversão muito menor do que o apontado pelas agências. Rudimentar, essa avaliação não mensura em números o impacto que acontecimentos recentes causaram à imagem de um influenciador. E números são preciosos quando se trata de investimentos. Deve haver precisão quando se quantifica os estragos causados pelo desempenho na Copa à reputação de determinado jogador, o flagrante de embriaguez daquela atriz ou o comentário racista daquele apresentador. Mais do que investir errado, essa lentidão pode levar marcas a se associarem ao que elas não querem.

Outro ponto fundamental é que celebridades e influenciadores famosos custam caro sem que, necessariamente, gerem o retorno pretendido. Não é o número de seguidores que dará segurança quanto à influência gerada em decisões de compra ou ao vínculo de marcas a valores específicos. As conversões que se deseja se relacionam aos públicos que seguem um influenciador.

Nesse sentido, há um segmento que vale ouro para as marcas: os microinfluenciadores. É o grupo que gera o maior ROI. Afinal, quem possui maior poder de convencimento quanto às qualidades de uma marca de tinta látex: um jogador de futebol ou um mestre de obras? O primeiro cobra caro e pode, de fato, fixar a marca. Mas o segundo é quem está em contato com pessoas que compram o produto e que multiplicarão suas impressões a potenciais consumidores.

Aí surge outro problema: onde estão esses microinfluenciadores?

Alguns já foram identificados pelas agências. Outros, porém, são simples internautas que desconhecem a possibilidade de monetizar suas atividades nas mídias sociais. Basicamente, qualquer um que tiver mais de 10 mil seguidores pode ser um influenciador. Quando atingem essa marca, geralmente, falam com determinados públicos que são exatamente aqueles que algumas marcas querem atingir.

Startups estão usando a tecnologia para mudar a forma como empresas de todos os segmentos atuam. Um segmento importante para a atuação das agências de publicidade, que precisam de ferramentas que mostrem de forma assertiva a seus clientes porque investir neste ou naquele influenciador.


VAIDADE MASCULINA

São 675 itens só para homens: esmalte, creme pra depilar, para tirar ruga, para reduzir abdome e vários tipos de modeladores para cabelo. A loja montou estratégias de venda baseadas no perfil do público masculino. “A gente sabe que o homem precisa de uma venda assistida, ele tem pressa, quer ser atendido com rapidez, mas nós temos em todas nossas lojas profissionais de beleza. São cabeleireiros que atendem exclusivamente nossos clientes pra tirar dúvidas com relação a nossos produtos”, explica Vladmir Bastidas, coordenador de eventos.

Já uma fábrica de cosméticos também percebeu a tendência e a produção, que era direcionada só para mulheres, focou também o público masculino. Em 2018, a indústria lançou uma linha para homens com gel, pomadas modeladoras, shampoo e óleo para barba. “Ainda representa pouco no total de cosméticos, no total de faturamento da nossa companhia, mas já tivemos um crescimento de 700% do faturamento inicial em 2013”, afirma Daniele Ferré, gerente de marketing.

No último ano, a fábrica faturou R$ 14 milhões com os produtos masculinos. Algumas medidas ajudaram a conquistar esse público. “A fragrância tem que ser leve, fresca, com gengibre, ginseng, e a embalagem, discreta. A gente trabalha com o passo a passo de produtos, desenho de como usar, cores neutras, foscas, uma coisa que não chame tanta atenção. O público masculino gosta de coisa discreta”, diz Andreia Castro, gerente de produto.

A fábrica fornece para mais de 60 mil perfumarias e drogarias no país. Agora a aposta é numa nova linha de shampoos e condicionadores, vendidos pela internet. A gerente de marketing Daniele explica que o investimento para esse mercado vai ser o e-commerce, já que esse público gosta muito de tecnologia, gosta de achar as coisas fáceis.

“Eu acredito que o potencial de produtos masculinos é continuar crescendo na casa dos dois dígitos nos próximos 20 anos. Então, é um grande mercado que se apresenta pela frente”, afirma o presidente da Abihpec.

Fonte: G1