O PAPEL DO HOMEM NA ATUALIDADE

Vivemos em um novo tempo, onde a mulher deixou de se dedicar exclusivamente aos afazeres domésticos, para concorrer com o homem, um lugar na vida pública. Essa mudança do comportamento feminino, inegavelmente, teve repercussão no papel masculino.

Por muitos e muitos anos, homens e mulheres tinham papéis muito bem definidos, e que eram encarados quase que como destinos inevitáveis. Cabia ao homem decidir com quem iria casar, onde a família iria morar e tantas outras decisões. Ele era o chefe da família, o responsável pelas necessidades dos filhos e da mulher. Enquanto isto, a esposa tinha o dever de ficar em casa cuidando dos filhos e educando-os, lavar e passar roupas, cozinhar, bem como dar conta de tudo o que mais aparecesse.

Aos poucos as mulheres  deixaram de exercer apenas essa função de dona de casa e saíram para as ruas, arregaçaram as mangas e passaram a trabalhar lado a lado com os homens, conquistaram o mercado de trabalho e hoje são maioria nas universidades. Além disto, com o advento da anticoncepção, elas passaram a encarar a sexualidade de igual para igual.

Atualmente o homem ocupa uma posição igualitária, não tem mais tantos privilégios. No mercado de trabalho atual, o homem compete com a mulher por cargos, que antes eram direcionados só para ele. A posição do homem na sociedade mudou, hoje em dia faz atividades que eram exclusivas das mulheres, como cuidar da casa, ser pai solteiro e tantas outras atividades, antes só desenvolvidas por mulher. Essas mudanças ocorreram, porque as mulheres lutaram e lutam muito por seus direitos, pela igualdade entre os sexos.

Enquanto isto, o homem moderno ainda parece buscar o seu novo espaço na sociedade e, vive uma encruzilhada, na qual precisa aprender a contrabalançar as demandas profissionais, com as expectativas que cercam o seu papel, de pai e de esposo, sem negligenciar uma rotina que lhe garanta qualidade de vida para dar conta de tudo isto.

A realidade atual está colocando desafios para muitos homens que ainda não estão conscientes dos novos papéis. É preciso estimular a reflexão sobre este fato. Pensar sobre qual papel representar para os filhos e quais as responsabilidades no desenvolvimento de uma sociedade mais igualitária.

O homem atual tem que estar pronto para a concorrência e ser versátil em um meio cada vez mais exigente, onde se destaca o mais preparado. A evolução do homem e da mulher transformou a estrutura da sociedade, fazendo com que cada um exerça papéis iguais.


Afeto e cuidado são essenciais para a formação ...

As experiências que a criança vive em seus primeiros anos vão deixar efeitos ao longo da vida.

Você sabia que amor e carinho são essenciais para o desenvolvimento de seu filho? Um estudo publicado pela Child Psychoterapy Trust, na Inglaterra, aponta que as experiências vividas na primeira infância afetam a formação do cérebro da criança em áreas relacionadas com a empatia e as emoções.

Cuidado adequado, forte ligação com pais e familiares e ambiente tranquilo. Tudo isso vai deixar efeitos ao longo da vida da criança, principalmente na forma como ela irá se relacionar com outras pessoas no futuro.

Bons exemplos e um bom relacionamento entre os pais também são essenciais para o desenvolvimento emocional dos pequenos.

Amor, carinho e cuidado ajudam no desenvolvimento emocional das crianças nos primeiros anos de vida.


Crianças no celular: quanto tempo devem usar e 7 ...

  • André Biernath – @andre_biernath
  • Da BBC News Brasil em Londres

Quase 90% das crianças e dos adolescentes brasileiros estão conectados à internet. Desses, 95% usam o celular como principal dispositivo para acessar sites e aplicativos.

Esses dados, obtidos a partir de um levantamento do Comitê Gestor da Internet no Brasil, endossam o fato de que o mundo online faz parte da realidade da maioria da população — e é praticamente impossível pensar que essa “dependência digital” vá diminuir nos próximos anos (ou nas gerações futuras).

Por um lado, a internet pode aproximar as pessoas e abre muitas possibilidades de aprendizado e entretenimento. Por outro, há o risco de exagero no tempo conectado, de acesso a conteúdos inapropriados ou de golpes e exposição indevida, ainda mais quando falamos dos jovens.

Mas como pais, mães e tutores podem garantir que seus filhos façam um uso mais saudável de celulares e outros dispositivos? E como identificar quando essa relação com as telas passou dos limites?

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A BBC News Brasil ouviu especialistas no tema e resume a seguir os sete sinais de que há algo errado e o que pode ser feito para melhorar essa relação com o mundo digital.

1. Ficar muito tempo vidrado nas telinhas

A fonte da maioria das recomendações é uma série de artigos publicados entre 2019 e 2021 pelo Grupo de Trabalho Saúde na Era Digital da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP).

“E todas as nossas diretrizes estão alinhadas com as orientações divulgadas pelas academias de pediatria dos Estados Unidos, do Canadá e da União Europeia”, ressalta a médica Evelyn Eisenstein, coordenadora do grupo brasileiro.

O primeiro ponto que os especialistas chamam a atenção envolve a quantidade de horas que crianças e adolescentes passam conectados.

No mundo ideal, o limite de tempo em contato com celulares, tablets e computadores é determinado pela faixa etária, como você confere a seguir:

  • Menores de 2 anos: nenhum contato com telas ou videogames;
  • Dos 2 aos 5 anos: até uma hora por dia;
  • Dos 6 aos 10 anos: entre uma e duas horas por dia;
  • Dos 11 aos 18 anos: entre duas e três horas por dia.

“Precisamos lembrar que o dia tem 24 horas. Se o jovem fica 4 ou 5 horas conectado, isso já representa 20% do tempo disponível”, calcula Eisenstein.

2. Ter acesso a conteúdos inapropriados

Mas não é apenas com a quantidade que os especialistas estão preocupados. Eles também pedem muita atenção com a qualidade dos conteúdos que os jovens acessam.

“Estima-se que metade dos pais não tem ideia do que seus filhos consomem na internet”, informa Eisenstein.

“E as crianças não sabem bloquear mensagens indevidas, enquanto o mundo online está cheio de agressores e predadores”, complementa a pediatra.

A orientação, portanto, é supervisionar a atividade dos menores em sites e aplicativos. Muitos celulares e serviços online, inclusive, possuem ferramentas e filtros que permitem esse controle parental.

A SBP orienta que crianças e adolescentes não utilizem computadores, tablets e celulares em lugares isolados da casa, como o quarto ou o escritório, mas, sim, em locais onde os adultos estejam sempre por perto.

3. Trocar o dia pela noite

Quando o contato com as telas ultrapassa todos os limites, um dos quesitos mais prejudicados é o sono.

“É normal vermos crianças que ficam jogando ou mexendo nas redes sociais até altas horas da madrugada”, conta o psicólogo Thiago Viola, professor da Escola de Medicina da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul.

“E nós sabemos como o sono é importante para nossa saúde, ainda mais durante a infância e a adolescência”, completa.

É justamente durante o descanso noturno que o corpo se desenvolve e o cérebro solidifica as memórias e os aprendizados.

Quando o jovem troca o dia pela noite, todos esses processos são prejudicados, o que pode trazer repercussões para a vida inteira.

“O ideal é limitar o contato com estímulos luminosos que vêm das telas conforme anoitece”, orienta o médico Rodrigo Machado, do Ambulatório Integrado dos Transtornos do Impulso do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo.

“A luz prejudica a produção da melatonina, hormônio que dita o ritmo de 24 horas do dia. Sem a presença dessa substância, todo o processo do sono acaba atrasado”, explica.

4. Abandonar o convívio, a rotina e as atividades sociais

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Outros sinais típicos de que o jovem está exagerando no tempo de telas é o abandono, parcial ou completo, de todas as atividades fora da internet, como as práticas esportivas, culturais e de lazer.

Outro sintoma preocupante é a substituição do convívio com amigos, pais ou familiares pelos jogos de videogame ou a interação pelas redes sociais.

“Esbarramos mais uma vez na questão do limite: quando o uso do celular faz com que as crianças ou os adolescentes deixem de cumprir as funções básicas, como comer, dormir, tomar banho, preparar a lição de casa ou fazer atividade física, algo está errado”, exemplifica Eisenstein.

Os especialistas dizem que a rotina e o estabelecimento de regras claras é fundamental nas primeiras décadas de vida e deve incluir aqueles que estão na primeira infância.

“Nesse contexto, os pais de crianças menores não podem usar o celular ou o tablet como uma ‘bengala’, para deixar a criança entretida enquanto eles fazem outras atividades”, destaca Viola.

Muitas vezes, esse acesso ilimitado às telas numa idade tão tenra é o início de um processo que vai desembocar no uso abusivo de dispositivos eletrônicos pelos anos que virão.

5. Sofrer uma queda no rendimento das aulas

O documento da SBP também pede que pais e tutores prestem atenção na “queda do rendimento, fracasso, abandono ou evasão escolar”.

Observe, portanto, se a criança ou o adolescente está passando muitas horas na frente do computador ou do celular e, em paralelo, as notas e o comportamento em sala de aula sofreram alguma alteração.

Em alguns casos, é possível que exista uma conexão entre esses dois fenômenos.

“E não podemos ignorar o fato de que as escolas e os educadores têm uma responsabilidade em toda essa discussão, ainda mais quando estamos numa pandemia, em que muitas atividades escolares precisaram acontecer à distância, por meio dos aplicativos de videochamada”, contextualiza Eisenstein.

6. Estar envolvido em episódios de bullying

É preciso ficar de olho neste tipo de discriminação no mundo físico e no digital — e tanto agressor quanto vítima precisam de cuidados.

“A criança mais velha e o adolescente podem ser alvos de cyberbullying e passar por um processo de ‘cancelamento’ de todo o círculo social”, descreve Viola.

“Em alguns casos, fotos, vídeos e detalhes íntimos do alvo caem na rede, o que vai gerar muitas repercussões emocionais e psicológicas”, alerta.

Machado lembra que o mundo digital pode propiciar um comportamento mais agressivo dos usuários. “Como você não vê a reação do outro, acaba se sentindo mais à vontade para compartilhar emoções primitivas, sem um freio crítico ou moral”, raciocina o psiquiatra.

“Ou seja: há uma propensão em perpetuar e naturalizar comportamentos extremados nas redes”, complementa.

A melhor ferramenta, garantem os especialistas, é a prevenção: pais e tutores precisam ficar atentos e orientar os mais jovens como se comportar nessas situações.

Quando o bullying escalou e já atingiu um nível mais grave, muitas vezes será necessário envolver os familiares de agressores e vítimas, representantes da escola e algum tipo de mediação feita por psicólogos ou outros profissionais que atuem nessa área.

7. Desenvolver problemas no corpo e na mente

O uso excessivo de celulares e outros dispositivos conectados à internet pode dar as caras em uma série de sintomas e doenças. A SBP lista alguns nas diretrizes publicadas nesses últimos anos:

  • Transtornos do sono, como insônia;
  • Transtornos alimentares, como bulimia e anorexia;
  • Sedentarismo;
  • Obesidade;
  • Dores de cabeça;
  • Dores musculares relacionadas à postura;
  • Irritabilidade, agressividade e condutas violentas;
  • Ansiedade e depressão.

Uma parcela desses incômodos está relacionada com o tempo prolongado de inatividade. Quem fica muitas horas sentado na frente de um computador, por exemplo, possui menos tempo para fazer exercícios físicos e pode sofrer com dores nas costas pela postura inadequada.

Outra parte dos sinais, porém, tem um fundo emocional e afetivo. “O acesso a conteúdos sobre emagrecimento e a busca de um corpo idealizado aumenta o risco de transtornos alimentares”, cita Eisenstein.

Como resolver esses problemas?

Considerando o fato de que os celulares são parte da rotina da vasta maioria das pessoas, será que é possível ter uma relação mais saudável com a tecnologia? E como identificar as situações em que o uso desses dispositivos ultrapassou os limites, especialmente na infância e na adolescência?

“A primeira intervenção é se desconectar aos poucos. De nada adianta castigar ou tirar o celular da criança ou do adolescente de forma brusca e definitiva”, aponta Eisenstein.

“E, claro, esse ato de se desconectar da internet precisa envolver todos os integrantes da família, não apenas os jovens”, destaca a pediatra.

Viola reforça a necessidade de estabelecer limites. “A criança e o adolescente precisam saber que podem entrar na internet por um determinado número de horas por dia.”

Por fim, vale reforçar que existem formas de identificar e tratar os quadros de vício no uso de celular e outros dispositivos eletrônicos.

“Se o jovem apresenta dificuldades nos âmbitos social, profissional, educacional ou familiar, é necessário buscar a avaliação de um profissional de saúde”, orienta Machado.

Para os casos em que há diagnóstico de um transtorno, como uma dependência de videogames, é possível intervir por meio da terapia cognitivo-comportamental, uma abordagem da psicologia que busca analisar, racionalizar e propor intervenções nos hábitos e nos pensamentos do paciente.


O DESAFIO DE SER JOVEM NA ATUALIDADE

De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS) é considerado jovem uma pessoa entre 15 a 24 anos. No Brasil, desde 2005, com a criação da Secretaria Nacional de Políticas de Juventude e do Conselho Nacional de Juventude, a população jovem é a de 15 a 29 anos.

Comumente, esse grupo já enfrentava alguns desafios e inseguranças em vários âmbitos da vida, porém, com a crise causada pela Covid-19, fez com que a pandemia acentuasse essa realidade. Críticos, eles procuram respostas para melhorar a situação do país, sem fugir da sua responsabilidade.

No conteúdo a seguir, confira um pouco mais sobre os desafios dos jovens pós-pandemia, perspectivas para juventude e os cenários brasileiros para os jovens.

Boa leitura!

Juventude na atualidade

Com olhar voltado para o futuro mesmo em meio às incertezas, durante a juventude há um “mix de sensações”, que envolve: a relação com a família, aspectos sentimentais, trabalho e educação, além de outros. Os jovens da atualidade também têm o pensamento lógico apurado, são autodidatas e responsáveis.

Vivendo de forma pragmática, eles são práticos e vivem em busca de satisfazer sua necessidade financeira e enriquecimento pessoal, tanto no campo emocional quanto no sensorial. É a famosa “Geração Z”!

Geração Z: nascidos entre 1995 e 2010

Também chamados de nativos digitais, quem nasceu na geração Z tem uma íntima relação com o mundo digital, com a internet e com a informática. São pessoas que cresceram jogando videogames, que acompanharam de perto as inovações tecnológicas e que gostam de consumir essas inovações quando possível.

 É uma geração que não costuma criar muitos vínculos duradouros com as pessoas. Eles aprenderam a relacionar-se pelas redes sociais e por aplicativos, que evitam sair de casa. Quando podem, usam serviços delivery para não precisarem sair.

Juventude e desemprego: por onde seguir, para onde ir

Aptos a serem agentes ativos da transformação do cenário atual precisando que sua voz seja ouvida, entre as principais aflições dos jovens está o desemprego. Afinal de contas, muitos terminam seus estudos mas precisam esperar muito tempo até entrarem no mercado de trabalho, sendo uma dificuldade que já acontecia antes do coronavírus.

De acordo com especialistas, para o pós-pandemia, é necessário que os jovens adquiram novas habilidades para que de fato acabem não se tornando uma geração perdida. Entre as competências mais relevantes para o mercado do futuro, eles citam:

Falta de perspectiva dos jovens

Como visto acima, as transformações tecnológicas também estão no centro das tendências da juventude, ou seja, eles estão diante da possibilidade de um futuro promissor, mas ainda encontram obstáculos.

Exemplo disso, está na dificuldade em manter o ânimo e concentração durantes as aulas online, já que a educação mediada pela tecnologia durante o distanciamento social podem acarretar falta na perda de foco e compromisso com tarefas escolares, além da falta de computador e internet que, infelizmente, faz parte da realidade de muitos.

Entre os desafios, promover aprendizagem ativa é uma das estratégias para engajar os estudantes, para que os estudos não sejam abandonados durante a pandemia. Alguns dados do Unicef ajudam a entender o cenário:

  • O percentual de alunos desmotivados, de acordo com a percepção de pais ou responsáveis, passou de 46% em maio para 51% em julho.
  • Com o tempo, mais estudantes passaram a ter dificuldades na rotina estudantil, passando de 58% para 67% no mesmo período.
  • Além disso, aumentou de 31% para 38% o percentual estudantes cujos pais e responsáveis temem que os estudantes desistam da escola.

Para além disso, entre o desafio de ser jovem na sociedade atual, há também, as preocupações sobre o envolvimento com questões sociais e políticas.

Um estudo da Box 1824 mostrou que 63% da Geração Z defende toda causa ligada à identidade das pessoas (gênero, etnia e orientação sexual, por exemplo).

Pela internet, eles podem se manifestar livremente e expor suas opiniões sobre temas importantes, fazendo com que as minorias, em especial, virem-se em torno de temas centrais em movimentos contra homofobia, racismo, machismo, xenofobia, entre outros.

Conectados, eles são os principais responsáveis em organizar de forma online eventos e passeatas, a fim de buscar respostas para a falta de perspectiva dos jovens, criando redes de ativismo, e ainda mobilizar movimentos que saem das telas e ocupam as ruas.

Segundo uma pesquisa do Think With Google, 85% dos jovens da Geração Z disseram estar dispostos a doar parte do seu tempo para alguma causa.

Promovendo esse contato com os trabalhados sociais, além de fortalecer os jovens como sujeitos de direito, oferecendo possibilidades nesse período que antecede a vida adulta, o IBHF tem como propósito auxiliar na formação desses jovens, capacitando-os e transmitindo valores e ética nas atitudes do dia a dia, para que eles se reconheçam como cidadãos globais e aptos a serem protagonistas na transformação de um mundo melhor.


BELEZA FEMININA

Conheça 7 dicas simples para valorizar a beleza feminina

Quem não quer manter estar sempre de bem consigo mesma? Para manter uma autoestima elevada é preciso gostar de si mesmo em primeiro lugar. E para estar com a pele, cabelos ‘na estica’ é preciso ter cuidado com  alguns hábitos de vida e uma alimentação saudável. Tudo o que consumimos reflete no nosso corpo. Além destes costumes importantes para valorizar a beleza feminina, é indispensável conciliar algumas dicas, que também estão no topo da lista.

Saiba quais são os sete hábitos mais importantes para manter a ‘beleza’ em dia.

1- Protetor solar

Você já está cansado de saber que o protetor solar é o primeiro da lista, mas não custa lembrá-lo novamente. O produto deve ser usado todos os dias, principalmente no rosto pois evita o envelhecimento precoce e protege contra os raios UVA e UVB. Seja no inverno ou verão, este é um item indispensável que não pode faltar na necessaire. O uso contínuo do protetor solar evita doenças como o câncer de pele.

 2- Os segredos da fronha

A fronha também guarda seus truques e segredos e mantém uma relação com a beleza da pele e dos cabelos. Evite as fronhas de algodão elas podem ser duras e opte por cetim ou seda. estes tecidos  vão diminuir os nós dos cabelos e vão manter a umidade natural dos fios. Já a pele, também ficará mais saudável porque as texturas mais suaves evitam alergias e irritações ~pode parecer estranho, mas tem tudo a ver com a sua saúde.

 3 Cuidado com a make

Seja mais carregada ou discreta, a make é a ‘queridinha’ das mulheres. Ela tem o poder de elevar a autoestima feminina e deixar as mulheres ainda mais poderosas mas cuidado com o excesso. Ela também pode trazer prejuízos para a pele do rosto. Base, corretivo e pó compacto o dia todo podem obstruir os poros, impedindo a pele de respirar, podendo contribuir para o aparecimento de rugas ~evite carregar na make.

 4- Atenção aos pincéis

Não é um ato tão corriqueiro mas, manter a higiene dos pincéis utilizados na maquiagem podem contribuir para uma pele mais saudável. Eles deve ser limpos pelo menos uma vez por semana, isso irá inibir o aparecimento de espinhas e cravos. A higienização remove as impurezas da maquiagem velha, sujeira, células mortas da pele, bactérias e óleos que podem vir a prejudicar o seu rosto.

 5- Reduza o açúcar

Não é uma dieta para emagrecer é apenas um hábito de beleza que vai contribuir para você ficar sempre bonita. O açúcar quebra o colágeno e a elastina, através de um processo chamado de glicação. Sendo assim, as proteínas da pele começam a perder elasticidade, facilitando o aparecimento das tão temidas rugas.

6- Brilho do couro cabeludo às pontas

O cabelo também merece um cuidado especial. Nem sempre os produtos utilizados são os principais causadores dos danos aos fios. Alguns hábitos também podem contribuir para que se tornem mais quebradiços e opacos. Uma dica infalível é: jamais esfregue a toalha para secar os fios. A força da fricção pode comprometer a saúde capilar e o aparecimento do frizz. Ao usar o secador, mantenha uma distância de 10 a 15 c m da raiz, para evita a oleosidade das madeixas.

 7- Água é fonte de energia

A água trás muitas benefícios à saúde e consequentemente à beleza feminina. Ela é um poderoso hidratante natural. Na hora de tomar aquele banho de água fria no verão não dá mais vontade de sair debaixo do chuveiro, não é mesmo? Para o corpo a água fria age como um tensor natural, e o resultado disso é uma pele macia, hidratada e bonita mantenha este hábito mas evite o desperdício.


ADOLESCÊNCIA

Fase da vida? Faixa etária? Construção social?
Afinal, o que é Adolescência?

Se buscarmos a definição de adolescência, vamos descobrir que a origem da palavra vem do Latim “ADOLESCENTIA”, que significa período da vida humana entre a infância e a fase adulta. Vamos encontrar ainda quem defina adolescência como uma fase natural da vida marcada pelas transformações biológicas e comportamentais. Alguns pesquisadores vão entender e descrever a adolescência como um processo de construção social e histórico como sugerido no artigo “Adolescência como uma construção social – Ana Bock”.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) define adolescência como sendo o período da vida que começa aos 10 anos e termina aos 19 anos completos. Para a OMS, a adolescência é dividida em três fases:

Pré-adolescência – dos 10 aos 14 anos,
Adolescência – dos 15 aos 19 anos completos
Juventude – dos 15 aos 24 anos.
No Brasil, o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA)considera a adolescência, a faixa etária dos 12 até os 18 anos de idade completos, sendo referência, desde 1990, para criação de leis e programas que asseguram os direitos desta população.

Como vimos, são muitas as definições que tentam explicar a adolescência. Algumas definições utilizam conceitos (embasados em estudos da psicologia, da educação, da filosofia, da medicina etc), outras definições utilizam recortes etários como é o caso da OMS. É importante saber que os conceitos existem e atendem a objetivos específicos de programas, pesquisas e políticas públicas. Entretanto não podemos reduzir esse período do desenvolvimento humano aos conceitos que os caracterizam, exatamente porque estamos falando de seres humanos, não é mesmo?

O que sabemos atualmente, é que a adolescência é o resultado de uma construção social, significada historicamente, que hoje se caracteriza, por exemplo, pela ampliação da tutela dos(as) filhos(as) em suas famílias. Ou seja, observando o contexto social, econômico e cultural do momento que vivemos hoje, os/as adolescentes, em geral, precisam de um período maior de estudos e de capacitação profissional para entrada no mercado de trabalho, o que exige deles e delas um tempo maior de dependência das famílias. Não podemos negar também que este período é marcado pelas transformações biológicas e comportamentais. E são essas mudanças que, muitas vezes, determinam a maneira como a sociedade olha para os(as) adolescentes e cria formas de agir com eles e elas, como por exemplo: a proibição do trabalho antes dos 16 anos, a tutela dos pais até os 18 anos, todo adolescente é “aborrescente” e tantas outras formas que acabam caracterizando, ou melhor, rotulando esse período da vida.

Esta discussão, sobre a construção histórica do conceito de adolescência, é importante porque possibilita a mudança de olhar para a própria adolescência e para o/a adolescente É importante desconstruir a visão de adolescência como uma fase de crise e olhar criticamente para o perfil rotulado do adolescente visto como “aborrecente”, intolerante, irresponsável, rebelde etc.

Nossa proposta, já que falamos de construção social, é construirmos uma nova visão em relação aos/as adolescentes e adotarmos comportamentos que promovam a sua participação nos vários espaços da sociedade, entendendo que os(as) adolescentes são sujeitos de direitos e de responsabilidades!


ESPORTE E QUALIDADE DE VIDA

O esporte tem grande importância para a qualidade de vida das pessoas. Assim como o conhecimento faz a diferença no mundo em que vivemos, o movimento está em nossas vidas como uma necessidade vital do ser humano 

http://www.posunifae.com.br/esporte-e-qualidade-de-vida/noticia/325

O esporte tem grande importância para a qualidade de vida das pessoas. Assim como o conhecimento faz a diferença no mundo em que vivemos, o movimento está em nossas vidas como uma necessidade vital do ser humano, tanto para as crianças como adolescentes, adultos ou idosos, o esporte proporciona momentos ricos em sua aprendizagem. Ao praticar um esporte as pessoas expressam sentimentos, crenças, valores enfim nosso modo de sentir e perceber o mundo.

Os esportes coletivos e/ou individuais auxiliam a formação de conceitos básicos de cidadania para as pessoas, como os aspectos afetivos, sociais, cognitivos, culturais e biológicos que muito contribuem para questionamento de situações e problemas.

Entretanto, no dia-a-dia, o que se vê é que a maioria da população não realiza nenhum tipo de atividade ligada ao esporte, mesmo conhecendo os seus benefícios. Um estudo divulgado recentemente pelo IBGE mostra que 71,8% da população brasileira (pessoas a partir dos 14 anos) são sedentárias. E, o que é pior, o hábito de se exercitar diminui com a queda no nível de renda e da escolaridade.

A vida sedentária é apontada pela medicina como um fator que aumenta exponencialmente o risco de morte quando associada a doenças crônicas como a hipertensão, depressão, diabetes, doenças coronárias e câncer. Em outras palavras, podemos dizer que milhões de brasileiros poderiam ter uma vida saudável e manter essas e outras doenças sob controle apenas com a prática regular de esportes e, claro, com uma dieta adequada.

É importante praticar atividades físicas no mínimo 3 vezes por semana, com duração mínima de 30 minutos. Existem também alguns esportes que são prazerosos e nos tornam mais saudáveis, como vôlei, basquete, natação, futebol e até o frescobol na praia. Encontre aquele com o qual você mais se identifica e boa saúde!


EXECUTIVOS NA ECONOMIA

Neste último ano, a Flow Executive Finders realizou uma pesquisa com mais de 100 executivos. Em torno de 44% dos entrevistados acreditam que as empresas irão contratar mais líderes nos próximos meses, principalmente, os que estiverem ligados à transformação digital e à estruturação de capital.

O estudo ainda revela que 90% deles receberam ao menos uma proposta de um novo emprego em 2021. E os motivos que têm incentivado os turnovers de líderes nas empresas são: falta de governança assertiva, de autonomia e de projetos desafiadores.

Por outro lado, os executivos, que se desligaram das companhias sem ter em mãos um novo emprego, enfrentam um mercado restritivo de contratação. Fato é que a saída de lideranças nas companhias tem gerado atrasos em importantes projetos. Para atender a estas emergências, muitas empresas estão recorrendo às novas opções de mercado, como a contratação interina de líderes, conhecida também como interim management.

“O processo é mais ágil e eficiente e totalmente diferenciado das empresas de seleção de executivos atuais. A contratação neste modelo pode reduzir em média 20% os custos com salário, benefícios e encargo”, ressalta o executivo de finanças da innovativa Executivos Associados, Roberto Lobos.

Este modelo analisa minuciosamente cada necessidade do cliente como em um projeto consultivo. Após o diagnóstico profissional, é designado um profissional capacitado para resolver e atuar pelo período determinado.

“A grande diferença é que para executar estes trabalhos, é acertado um valor mensal e nada mais. É uma grande chance para as empresas absorverem o conhecimento destas lideranças extremamente gabaritadas”, relata Lobos.

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O mercado tem se adaptado a esta realidade e cada vez mais as companhias têm buscado os executivos interinos. A executiva de RH da innovativa, Tânia Ludovico, conta que o processo também é uma opção para os casos em que a empresa precisa preencher um gap de funcionários em situações específicas como: período de licença maternidade; ausência por participação do executivo em outro projeto e até um desligamento repentino de uma posição que requer um executivo sênior participando ativamente das atividades.

“Para um cenário onde há uma forte restrição para a contratação, esta é uma solução para não deixar as empresas com queda de agilidade decisória por falta de um líder”, ressalta a executiva.

São raras as empresas em que o aumento de quadro de pessoa não é um assunto com pouca ou nenhuma abertura.

“Seja por crescimento de faturamento, mudança de processos ou novos negócios. Estes fatores demandam profissionais temporários seja no processo operacional, tático ou estratégico”, comenta Lobos.

Há centenas de executivos disponíveis com capital intelectual pulsante a espera de uma oportunidade.

“Eles podem trazer ganhos para empresas, mesmo atuando de forma interina. O executivo interino é uma resposta rápida para atender à necessidade e com bagagem e expertise no assunto no qual irá atuar. Com certeza, desenvolverá oportunidade para a melhoria da produtividade, rentabilidade da empresa, elevando o patamar de competitividade e qualidade de gestão do negócio”, finaliza o executivo.


DIGITAL INFLUENCER NA SOCIEDADE

Mercado de celebridades e influenciadores digitais no Brasil

O mercado de influenciadores digitais movimentou, mundialmente, US$ 6 bilhões em 2021. E deve girar US$ 10 bilhões em 2022, conforme levantamento da Mediakix. Várias razões tornam o país um dos maiores do mundo no segmento, com uma capacidade imensa de expansão. Historicamente, os brasileiros sempre foram dos mais aficionados em redes sociais, desde o Orkut. Hoje, ocupam o segundo lugar entre os usuários que mais passam tempo nesses canais, atrás apenas dos filipinos. Isso leva as marcas a buscarem cada vez mais celebridades e influenciadores, em busca de citações em seus perfis.

Mas qual é o tamanho do segmento de celebridades e influenciadores no Brasil?

Não se sabe. Embora seja destino de parcelas significativas das verbas de marketing de grandes marcas, o mercado de influenciadores digitais ainda é muito imaturo no país. Cresce de forma desestruturada. Em alguns aspectos, destaca-se como dos mais avançados do mundo, por exemplo, tanto pelo número de influenciadores (24 dos 100 youtubers mais influentes do mundo são brasileiros) ao se tornar o segundo país a ter um curso de nível superior regulamentado para formação na atividade. Em outros aspectos, permanece extremamente rudimentar. Não há dados que sirvam para mensurar o mercado, nem tampouco posts. Hoje, os influenciadores definem seus preços. Quando abordam um microinfluenciador para cotar o valor de uma publicação, as agências ouvem propostas que vão de duas capinhas de celular a R$ 3 mil. E não há critérios que definam esses valores.

Isso resulta da ausência de ferramentas que propiciem uma avaliação segura do engajamento que um influenciador pode gerar a cada momento sobre determinado público. Na verdade, há. Agências verificam quantas curtidas, comentários e encaminhamentos os influenciadores geram, se os perfis e seus seguidores são verdadeiros e outras variáveis. Mas de forma quase manual. É paradoxal que um segmento surgido da tecnologia opere alheio a ela, sem se valer de AI, algoritmos e ferramentas disponíveis usadas por empresas de todos os setores para gerar informações a partir de dados de forma instantânea.

Qual o real potencial de conversão dos influenciadores

A lentidão com que se avalia influenciadores leva as marcas a recrutar pessoas que possuem um potencial de conversão muito menor do que o apontado pelas agências. Rudimentar, essa avaliação não mensura em números o impacto que acontecimentos recentes causaram à imagem de um influenciador. E números são preciosos quando se trata de investimentos. Deve haver precisão quando se quantifica os estragos causados pelo desempenho na Copa à reputação de determinado jogador, o flagrante de embriaguez daquela atriz ou o comentário racista daquele apresentador. Mais do que investir errado, essa lentidão pode levar marcas a se associarem ao que elas não querem.

Outro ponto fundamental é que celebridades e influenciadores famosos custam caro sem que, necessariamente, gerem o retorno pretendido. Não é o número de seguidores que dará segurança quanto à influência gerada em decisões de compra ou ao vínculo de marcas a valores específicos. As conversões que se deseja se relacionam aos públicos que seguem um influenciador.

Nesse sentido, há um segmento que vale ouro para as marcas: os microinfluenciadores. É o grupo que gera o maior ROI. Afinal, quem possui maior poder de convencimento quanto às qualidades de uma marca de tinta látex: um jogador de futebol ou um mestre de obras? O primeiro cobra caro e pode, de fato, fixar a marca. Mas o segundo é quem está em contato com pessoas que compram o produto e que multiplicarão suas impressões a potenciais consumidores.

Aí surge outro problema: onde estão esses microinfluenciadores?

Alguns já foram identificados pelas agências. Outros, porém, são simples internautas que desconhecem a possibilidade de monetizar suas atividades nas mídias sociais. Basicamente, qualquer um que tiver mais de 10 mil seguidores pode ser um influenciador. Quando atingem essa marca, geralmente, falam com determinados públicos que são exatamente aqueles que algumas marcas querem atingir.

Startups estão usando a tecnologia para mudar a forma como empresas de todos os segmentos atuam. Um segmento importante para a atuação das agências de publicidade, que precisam de ferramentas que mostrem de forma assertiva a seus clientes porque investir neste ou naquele influenciador.


CONSUMO DE MODA

No consumo de moda, 9 a cada 10 brasileiros ainda preferem lojas físicas.
Uma pesquisa feita com mais de mil consumidores mostra que, no consumo de moda, nove a cada dez
brasileiros ainda preferem fazer compras em lojas físicas. O estudo é da empresa de pesquisa e
monitoramento de mercado e consumo Hibou.

De acordo com a pesquisa, 89% dos brasileiros preferem adquirir roupas e acessórios em lojas físicas;
40% também gostam de comprar pela internet, por sites ou aplicativos, e 31%, por WhatsApp. O modelo
de negócio que se baseia no envio de uma mala de roupas para o cliente experimentar em casa
também foi citado por 2% dos respondentes.

Ainda segundo a pesquisa, mesmo em época de pandemia de Covid-19, 74% dos brasileiros se sentem
seguros de comprarem em loja presencialmente. Mas os consumidores exigem algumas garantias. O
que a maioria dos compradores espera hoje das lojas é o trio controle de entrada, atendentes de
máscaras e limpeza do ambiente.

“O contato presencial ainda é predominante na categoria moda”, afirma Ligia Mello, sócia da Hibou e
coordenadora da pesquisa. “O que está ainda mais evidente, na verdade, é a consciência dos
consumidores”.

A pesquisa revela também que 71% dos brasileiros esperam das marcas uma cadeia produtiva mais
consciente, com menos uso de água e sem crueldade animal e 51% querem processos humanizados.
“O consumidor não está preocupado de ir até uma loja física; ele quer comprar de cadeias que prezam
pela consciência global de ambiente e com responsabilidade social”, complementa Ligia.


MERCADO INFANTIL

Mercado infantil é assunto de gente grande e cresceu com a pandemia

33ª edição da Feira Ópera,pela terceira vez no formato online, apresentando as novidades para a Primavera-Verão 2023.

O evento que reúne moda e decoração baby, kids e teen trouxe seu tradicional desfile virtual, além de palestras sobre o mercado infantil, que aliás, vem crescendo, mesmo durante a pandemia. E, para falar sobre isso, a consultora Tati Ganme, da empresa PetitLabô trouxe números e dados esclarecedores sobre o momento atual e o comportamento dos consumidores.

Na palestra “O mercado infantil é assunto de gente grande”, Tati relembra tudo o que aconteceu nesse último ano e como as marcas puderam se transformar nesse período.

Várias lojas fecharam, a matéria-prima ficou mais cara e escassa, o calendário de moda foi modificado, o que fez que muitas empresas revissem prazos, parcerias, tornando ainda mais flexíveis e ágeis. O digital, sem dúvida, foi uma das maiores conquistas inseridas no segmento, no Brasil todo, sem deixar de lado, é claro, a importância do fator humano nas vendas.

“O mercado infantil cresceu muito, não só em números, mas também em importância”, comenta Tati Ganme, que disse ainda que o setor provou ser um dos mais resilientes durante a pandemia por diferentes fatores, mas principalmente porque as crianças crescem e perdem roupas facilmente e, também porque acabaram tornando-se o centro das atenções com os pais e familiares dentro de casa.

Segundo Tati, o segmento ultrapassou, na China, a venda de vestuário adulto na segunda metade de 2020. “As motivações de consumo estão relacionadas à proteção, nutrição, conforto, cuidado e afeto”, relata a consultora.

Além disso, Tati ressalta que uma criança, após um ano de confinamento torna-se outra pessoa, principalmente quando é bebê. Elas mudam rapidamente e tem necessidades diferentes. Por tudo isso, há uma previsão de crescimento de 10% no mercado infantil, enquanto para o vestuário adulto, estima-se uma retração de 22%.

No Brasil, espera-se um crescimento de 6 a 7% para 2021/22, sendo que o país é o quinto produtor têxtil do mundo e o segmento infantil corresponde a 16% desse setor.

Tati revela que o gasto per capita com enxoval no Brasil gira em torno de 2 mil reais, é um dos maiores do mundo. “Somos o quinto maior mercado infantil no mundo, empregamos 350 mil pessoas em 2020”, afirma Tati. Em relação às vendas online houve um crescimento de 35% em 2020.

E para atender esse público que cresce cada vez mais, precisamos entender o que os consumidores anseiam agora:

• Conveniência e tempo, otimizando o momento da compra e valorizando o convívio com a família e as compras locais;

• Maior contato com a natureza e experiências ao ar livre, após tanto tempo de confinamento e isto pode influenciar nas referências aplicadas ao vestuário infantil;

• Realidade phygital cada vez mais forte unindo o físico e o digital que pode ser através de site, WhatsApp, Instagram, Facebook;

• Uma certa rebeldia para viver e aproveitar a vida;

• Obsessão por higiene com todos os cuidados que aprendemos;

• Maior consciência social e ambiental;

• Novos formatos de trabalho com mais tempo em casa;

• A preocupação por ajudar a construir um mundo melhor e isso também pode ser exigido através das marcas que consomem.

E as marcas? Quais caminhos devem seguir?

• Criar relevância, descobrir quais são os seus diferenciais e não o produto em si. “As pessoas não compram o nosso ‘o que’ e sim o nosso ‘por que’, que está associado às emoções”, afirma Tati.

• Inovar, buscar novas formas de pensar, produzir, de acessar esse cliente.

• Novas influencers que não necessariamente precisam ter milhões de seguidores no Instagram, uma mãe com todos os seus contatos pessoais pode influenciar outras na compra de um produto, por exemplo.

• Conhecer a sua audiência, não dá para falar com todos, é necessário segmentar.

• Assumir maior compromisso ambiental e responsabilidade social.

• Abrir a comunicação com seu consumidor em plataformas sociais onde acontece uma troca.

• Segmentar a comunicação, entende-la, compartilhar conhecimento e impactar a comunicação de forma positiva.

Tati destaca também as palavras-chave desse novo momento:

• Flexibilidade: se moldar às necessidades do mercado.

• Empatia/Conexão: se colocar no lugar do outro, não só do cliente, mas também do fornecedor, empresa….

• Agilidade: rapidez é essencial.

• Transparência: humanizar a marca.

• Tecnologia: cada vez mais importante para se comunicar.

• Sustentabilidade: “Quem não encontrar dentro de sua empresa uma forma de justificar a sua produção, a sua existência baseada no conceito de responsabilidade social e sustentabilidade, muito provavelmente vai pagar um preço alto”, comenta Tati.

A consultora acredita numa forte retomada devido também ao “efeito clausura”, onde surge uma sede de compra ainda mais neste segmento, onde a criança sai com outras necessidades do confinamento.

“Teremos um segundo semestre de forte retomada e o mundo está de olho no mercado infantil. Conheçam sua operação a fundo, seus custos, sua margem objetiva, suas metas de vendas. Se preparem e se estruturem da melhor forma possível. É hora de fazer a lição de casa para colher os frutos logo mais”, finaliza Tati.Diferentes empresas dos segmentos feminino, masculino e teen trouxeram lindas inspirações para o Verão 2023, incluindo o jeans e a sarja em suas coleções. Participaram dessa edição, marcas como Dimy Candy, Brandili, Kids Place, Precoce, Daya, Green, Bugbee, Daya, Ópera Kids, entre outras, que buscam por conforto, acima de tudo, peças com toque suave, leves e super divertidas.

É importante lembrar a valorização dos tecidos que ganham alta elasticidade, fibras nobres e novas tecnologias e a sustentabilidade presentes nas peças, tanto nos fios e fibras que podem ser reciclados, orgânicos até em lavanderia, com economia de água ou produtos químicos e nos tingimentos naturais.

Para o segmento feminino, a natureza surge como inspiração para diferentes peças em tons vivos ou esmaecidos e padronagens que passeiam entre a praia, o mar, flores estilizadas e o campo com animais. Há ainda desenhos de frutinhas como bananas e abacaxis e muitos listrados, além dos xadrezes, principalmente o vichy

Os looks esportivos e com referências ao universo feminino fazem sucesso em shorts com recortes arredondados, jaquetas com punhos e moletons com cadarços e elásticos. Ainda da moda adulta, surgem vestidos longos com lástex e faixas multicoloridas e saias com florais.

O shape saruel pode ser visto em macacões, calças em tecidos de algodão ou no denim. Batinhas e vestidos ganham babados e mangas abertas. O chambray no baby blue e a malha denim aparecem nos looks dos bebês até os maiorizinhos em jardineiras e macaquinhos. Os shorts em sarja são amaciados e ganham uma cartela de cores bem diversificada.

No masculino, muitas bermudinhas alongadas ou curtinhas em sarjas de algodão, moletom e tons vivos ou no cáqui e terrosos. O modelo cargo com uma profusão de bolsos faz sucesso. Entre as calças, há opções que vão desde a slim até a jogger ou comfort mais soltinha, ora com barra virada, ora com marcações, esbranquiçados e cerzidos.

As estampas, muitas vezes, exclusivas, trazem o universo infantil em meio à natureza, com bichos, folhagens, dinossauros, entre outros..