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ADOLESCÊNCIA

Fase da vida? Faixa etária? Construção social?
Afinal, o que é Adolescência?

Se buscarmos a definição de adolescência, vamos descobrir que a origem da palavra vem do Latim “ADOLESCENTIA”, que significa período da vida humana entre a infância e a fase adulta. Vamos encontrar ainda quem defina adolescência como uma fase natural da vida marcada pelas transformações biológicas e comportamentais. Alguns pesquisadores vão entender e descrever a adolescência como um processo de construção social e histórico como sugerido no artigo “Adolescência como uma construção social – Ana Bock”.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) define adolescência como sendo o período da vida que começa aos 10 anos e termina aos 19 anos completos. Para a OMS, a adolescência é dividida em três fases:

Pré-adolescência – dos 10 aos 14 anos,
Adolescência – dos 15 aos 19 anos completos
Juventude – dos 15 aos 24 anos.
No Brasil, o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA)considera a adolescência, a faixa etária dos 12 até os 18 anos de idade completos, sendo referência, desde 1990, para criação de leis e programas que asseguram os direitos desta população.

Como vimos, são muitas as definições que tentam explicar a adolescência. Algumas definições utilizam conceitos (embasados em estudos da psicologia, da educação, da filosofia, da medicina etc), outras definições utilizam recortes etários como é o caso da OMS. É importante saber que os conceitos existem e atendem a objetivos específicos de programas, pesquisas e políticas públicas. Entretanto não podemos reduzir esse período do desenvolvimento humano aos conceitos que os caracterizam, exatamente porque estamos falando de seres humanos, não é mesmo?

O que sabemos atualmente, é que a adolescência é o resultado de uma construção social, significada historicamente, que hoje se caracteriza, por exemplo, pela ampliação da tutela dos(as) filhos(as) em suas famílias. Ou seja, observando o contexto social, econômico e cultural do momento que vivemos hoje, os/as adolescentes, em geral, precisam de um período maior de estudos e de capacitação profissional para entrada no mercado de trabalho, o que exige deles e delas um tempo maior de dependência das famílias. Não podemos negar também que este período é marcado pelas transformações biológicas e comportamentais. E são essas mudanças que, muitas vezes, determinam a maneira como a sociedade olha para os(as) adolescentes e cria formas de agir com eles e elas, como por exemplo: a proibição do trabalho antes dos 16 anos, a tutela dos pais até os 18 anos, todo adolescente é “aborrescente” e tantas outras formas que acabam caracterizando, ou melhor, rotulando esse período da vida.

Esta discussão, sobre a construção histórica do conceito de adolescência, é importante porque possibilita a mudança de olhar para a própria adolescência e para o/a adolescente É importante desconstruir a visão de adolescência como uma fase de crise e olhar criticamente para o perfil rotulado do adolescente visto como “aborrecente”, intolerante, irresponsável, rebelde etc.

Nossa proposta, já que falamos de construção social, é construirmos uma nova visão em relação aos/as adolescentes e adotarmos comportamentos que promovam a sua participação nos vários espaços da sociedade, entendendo que os(as) adolescentes são sujeitos de direitos e de responsabilidades!


ESPORTE E QUALIDADE DE VIDA

O esporte tem grande importância para a qualidade de vida das pessoas. Assim como o conhecimento faz a diferença no mundo em que vivemos, o movimento está em nossas vidas como uma necessidade vital do ser humano 

http://www.posunifae.com.br/esporte-e-qualidade-de-vida/noticia/325

O esporte tem grande importância para a qualidade de vida das pessoas. Assim como o conhecimento faz a diferença no mundo em que vivemos, o movimento está em nossas vidas como uma necessidade vital do ser humano, tanto para as crianças como adolescentes, adultos ou idosos, o esporte proporciona momentos ricos em sua aprendizagem. Ao praticar um esporte as pessoas expressam sentimentos, crenças, valores enfim nosso modo de sentir e perceber o mundo.

Os esportes coletivos e/ou individuais auxiliam a formação de conceitos básicos de cidadania para as pessoas, como os aspectos afetivos, sociais, cognitivos, culturais e biológicos que muito contribuem para questionamento de situações e problemas.

Entretanto, no dia-a-dia, o que se vê é que a maioria da população não realiza nenhum tipo de atividade ligada ao esporte, mesmo conhecendo os seus benefícios. Um estudo divulgado recentemente pelo IBGE mostra que 71,8% da população brasileira (pessoas a partir dos 14 anos) são sedentárias. E, o que é pior, o hábito de se exercitar diminui com a queda no nível de renda e da escolaridade.

A vida sedentária é apontada pela medicina como um fator que aumenta exponencialmente o risco de morte quando associada a doenças crônicas como a hipertensão, depressão, diabetes, doenças coronárias e câncer. Em outras palavras, podemos dizer que milhões de brasileiros poderiam ter uma vida saudável e manter essas e outras doenças sob controle apenas com a prática regular de esportes e, claro, com uma dieta adequada.

É importante praticar atividades físicas no mínimo 3 vezes por semana, com duração mínima de 30 minutos. Existem também alguns esportes que são prazerosos e nos tornam mais saudáveis, como vôlei, basquete, natação, futebol e até o frescobol na praia. Encontre aquele com o qual você mais se identifica e boa saúde!


EXECUTIVOS NA ECONOMIA

Neste último ano, a Flow Executive Finders realizou uma pesquisa com mais de 100 executivos. Em torno de 44% dos entrevistados acreditam que as empresas irão contratar mais líderes nos próximos meses, principalmente, os que estiverem ligados à transformação digital e à estruturação de capital.

O estudo ainda revela que 90% deles receberam ao menos uma proposta de um novo emprego em 2021. E os motivos que têm incentivado os turnovers de líderes nas empresas são: falta de governança assertiva, de autonomia e de projetos desafiadores.

Por outro lado, os executivos, que se desligaram das companhias sem ter em mãos um novo emprego, enfrentam um mercado restritivo de contratação. Fato é que a saída de lideranças nas companhias tem gerado atrasos em importantes projetos. Para atender a estas emergências, muitas empresas estão recorrendo às novas opções de mercado, como a contratação interina de líderes, conhecida também como interim management.

“O processo é mais ágil e eficiente e totalmente diferenciado das empresas de seleção de executivos atuais. A contratação neste modelo pode reduzir em média 20% os custos com salário, benefícios e encargo”, ressalta o executivo de finanças da innovativa Executivos Associados, Roberto Lobos.

Este modelo analisa minuciosamente cada necessidade do cliente como em um projeto consultivo. Após o diagnóstico profissional, é designado um profissional capacitado para resolver e atuar pelo período determinado.

“A grande diferença é que para executar estes trabalhos, é acertado um valor mensal e nada mais. É uma grande chance para as empresas absorverem o conhecimento destas lideranças extremamente gabaritadas”, relata Lobos.

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O mercado tem se adaptado a esta realidade e cada vez mais as companhias têm buscado os executivos interinos. A executiva de RH da innovativa, Tânia Ludovico, conta que o processo também é uma opção para os casos em que a empresa precisa preencher um gap de funcionários em situações específicas como: período de licença maternidade; ausência por participação do executivo em outro projeto e até um desligamento repentino de uma posição que requer um executivo sênior participando ativamente das atividades.

“Para um cenário onde há uma forte restrição para a contratação, esta é uma solução para não deixar as empresas com queda de agilidade decisória por falta de um líder”, ressalta a executiva.

São raras as empresas em que o aumento de quadro de pessoa não é um assunto com pouca ou nenhuma abertura.

“Seja por crescimento de faturamento, mudança de processos ou novos negócios. Estes fatores demandam profissionais temporários seja no processo operacional, tático ou estratégico”, comenta Lobos.

Há centenas de executivos disponíveis com capital intelectual pulsante a espera de uma oportunidade.

“Eles podem trazer ganhos para empresas, mesmo atuando de forma interina. O executivo interino é uma resposta rápida para atender à necessidade e com bagagem e expertise no assunto no qual irá atuar. Com certeza, desenvolverá oportunidade para a melhoria da produtividade, rentabilidade da empresa, elevando o patamar de competitividade e qualidade de gestão do negócio”, finaliza o executivo.


5 Formas de trabalhar sua autoestima e se amar mais

O que é autoestima?

Como mencionado no início do artigo, autoestima é a estima que uma pessoa tem por si mesma. É comum vermos pessoas associando o conceito a aspectos estéticos e, embora de alguma forma isso envolva a aparência, autoestima vai muito além disso. Se amar é mais do que se achar bonito, significa se gostar por inteiro, se sentir capaz, inteligente, ter orgulho de ser quem é.

Vale ressaltar que autoestima é diferente de autossuficiência, de se achar superior aos demais, simplesmente porque se trata de uma questão pessoal, interna, que nada tem a ver com os outros. Além do mais, ter autoestima não significa fechar os olhos para os pontos que precisa desenvolver e sim reconhecê-los sem se achar inferior por conta disso.

Existem pessoas que acham que quem tem autoestima elevada fecha os olhos para o que precisa melhorar e isso não é verdade, pois o efeito é totalmente o contrário. É exatamente o fato de um indivíduo se amar que irá estimulá-lo a evoluir cada vez mais, porque é isso o que o amor faz, ele transforma, empodera, promove a evolução.

Por que a autoestima é importante?

Quando um desafio surge na vida de uma pessoa, o primeiro fator que a empurra para superá-lo é o fato de ela acreditar que pode conseguir. Afinal, se ela achar que não tem nenhuma chance, provavelmente não irá se sentir motivada a tomar qualquer atitude. Esse é um dos motivos pelos quais a autoestima é fundamental, ela é nosso combustível para agir.

Outro fator que mostra a importância da autoestima está ligado ao relacionamento interno, à forma como você mantém um diálogo consigo mesmo. Pessoas com a autoestima elevada são mais gentis consigo mesmas e evitam se martirizar pela culpa, elas preferem utilizar seus erros como fontes de aprendizado para evoluírem e fazerem diferente em vez de se vitimizarem e permanecerem inertes.

Assim como nos relacionamos com amigos e familiares, o mesmo acontece em relação a nós mesmos. O diálogo que tem mentalmente com a sua própria consciência é um tipo de relacionamento que precisa ser cuidado e que deve ser harmonioso. Quando você não consegue manter uma conexão positiva consigo mesmo, isso acaba influenciando as conexões com todos à sua volta.

Por tudo isso, se gostar e ser feliz sendo quem você é, com suas qualidades e pontos a desenvolver, é fundamental para uma vida plena. Isso não significa que não irá passar por problemas e sim que irá enfrentá-los de maneira confiante, o que faz toda a diferença nos resultados.

5 Formas de trabalhar sua autoestima e se amar mais

Agora que você já sabe o que é autoestima e qual a sua importância, veja algumas formas de trabalhar a sua e se amar mais.

1 – Reconheça suas qualidades

O primeiro passo a ser dado é reconhecer as suas qualidades e se valorizar. Se não fizer isso de forma consciente, inconscientemente irá dar mais ênfase para os pontos em que não é tão bom assim, o que irá prejudicar sua autoestima. Se desejar, registre as qualidades que for identificando, assim, irá torná-las cada vez mais vivas em sua mente, fortalecendo a sua autoconfiança.

2 – Evite se comparar com os outros

A comparação é um terreno perigoso e injusto, porque faz com que se compare com indivíduos que possuem uma trajetória totalmente diferente da sua e crie uma ideia equivocada de inferioridade e incapacidade. Sendo assim, tenha a consciência de que cada ser é único e que só deve se comparar consigo mesmo, a fim de constatar o caminho percorrido pelo seu eu do passado até chegar ao presente.

3 – Se cuide para você e não pelos outros

Autoestima e autocuidado andam lado a lado, mas é importante deixar alguns pontos claros. O primeiro deles é que esse autocuidado não inclui apenas medidas estéticas, mas também mentais, emocionais e espirituais. Além disso, é fundamental que faça isso sempre pensando no seu bem-estar e não em fazer o que todos estão fazendo ou tentar ser aceito por determinado grupo e se encaixar em um padrão.

4 – Imponha limites nas relações

Autoestima também envolve impor limites nas relações, afinal, não é porque ama muito uma pessoa que deverá a se submeter a todas as vontades dela. Reconheça os seus limites e deixe-os bem claros para as pessoas com as quais se relaciona. E faça isso sem medo, pois aquelas que te amarem verdadeiramente saberão respeitar as suas condições, assim como você também deverá respeitar as delas.

5 – Entenda que os erros fazem parte da vida

Por último, mas não menos importante, é preciso que entenda que os erros fazem parte da vida e que errar não anula todas as qualidades que possui. Procure sempre fazer o seu melhor, mas, caso venha a falhar, olhe para a situação com a cabeça erguida, sem se julgar ou se culpar. Faça o que for possível para consertar o ocorrido ou, pelo menos, reduzir os danos, reveja os pontos que poderia ter feito diferente e siga adiante.

Nós nos esforçamos para manter bons relacionamentos com todos ao nosso redor e, muitas vezes, deixamos de cuidar da nossa relação interna. Se você se identifica com isso, saiba que sempre é tempo de mudar e evoluir. Se ouça, se observe, se cuide com carinho, assim, irá fortalecer sua autoestima e se tornar uma pessoa cada vez melhor, para você e para o mundo.


O PODER DO MERCADO INFANTIL

Apesar da sociedade brasileira estar ficando mais velha, o mercado infantil está mais forte do que nunca. Quem investe nesse ramo aposta na seguinte lógica: os pais até deixam de comprar para eles, mas não deixam de comprar para os seus filhos. Mesmo com a queda das vendas nos tempos de crise, os gastos com os produtos para esse público não cessam. Varejistas de roupa para crianças crescem em média 6% ao ano, segundo dados da Abit. Parte dessa alta constante está na lógica por trás do ciclo normal de vida de uma pessoa. Até os três anos de idade a média de crescimento é de 12,5 centímetro ao ano, segundo a Sociedade Brasileira de Pediatria. Ou seja, os pais compram uma roupa para um filho e logo ele cresce, emagrece ou engorda, e não se pode adiar um novo investimento. Afinal de contas, eles preferem ficar anos sem uma novidade no armário do que deixar os filhos “maltrapilhos”.

Mas seria essa a única força desse público?

Segundo dados da Euromonitor, nos últimos seis anos, o volume de vendas anual de produtos desse segmento cresceu 45,6%, somente no Brasil. Passando de R$2,7 bilhões para R$3,9 bilhões. E mesmo que você não entenda de projeções e números complexos, dá para perceber como a juventude dominou o foco dos mercados. É só uma questão de observar algumas das principais indústrias do mundo.

Das dez maiores bilheterias da história do cinema, seis são produtos focados no público infanto-juvenil. O holofote do mercado nesses jovens tem transformado as indústrias culturais. Reed Hastings, CEO da Netflix, falou abertamente que seus maiores concorrentes não eram outras empresas de streaming como, por exemplo, HBO ou a Disney, mas sim o Fortnite. A indústria dos videogames é (de longe!) a maior do entretenimento mundial. Em 2018, os “consoles” atingiram seu maior patamar na história, faturando U$134 bilhões ao redor do mundo. Um crescimento de 17% em relação a 2017. Lógico que temos que levar em conta que com a popularização dos smartphones produtores de games encontram caminhos mais fáceis para chegar nos seus consumidores finais. Até mesmo jogos grátis faturam alto vendendo as famosas “skins”. O Fortnite, só para usar o exemplo acima, rendeu U$2,4 bilhões à Epic Games (empresa desenvolvedora) no ano passado só vendendo esse tipo de conteúdo.

Pode apostar que, onde existe uma multidão infantil pronta para gastar dinheiro, vai existir alguém pronto para lucrar.

Então, quem influencia esse público?

Na indústria não existe bobo! Empresas já entenderam o poder que os influenciadores têm sobre esse grupo. Essa fatia do mercado se caracteriza pela fidelidade com os produtores de conteúdo, ou produtos que eles gostam, e apresentam um comportamento de manada na defesa dos seus influencers favoritos. Prova disso é pegar qualquer fenômeno jovem, dos menudos (para os jovens de outrora) aos grupos de pop, e você verá que, mesmo com a diferença dos tempos, os comportamentos são correlatos: filas quilométricas para chegar perto do ídolo, muito merchandising vendido, shows lotados, etc. Só que agora, essa nova infância não frequenta mais os mesmos lugares e nem é impactada pelos mesmos meios de comunicação que nós fomos. Lembra de quando você assistia novela com sua família? Atualmente não existe isso. Hoje o mundo é conectado e é assim que essa geração é influenciada. Não é à toa que os canais do YouTube que focam nesse público são os mais bem-sucedidos no nosso país. Whimdersson Nunes, Felipe Neto, Luccas Neto, além de canais de curiosidades e games e até a Galinha Pintadinha e mais dois canais de funk (Kondzilla e GR6 Explode) são os dez canais de maior sucesso no Brasil.

E como ganhar esse game para sua marca?

O principal trunfo de qualquer marca que deseja investir nesse segmento é a empatia. Tentar entender às necessidades dos pais e das crianças é o que, no geral, garante a criação de produtos que irão fazer sucesso com esse público. A Associação CineMaterna que realiza seções de cinema para que mães e pais possam ir com seus bebês sem receber olhares de reprovação, já fez parceria com grandes marcas, como a Natura, empresa de cosméticos, por exemplo. Os próprios irmãos Neto, que entenderam que o público infantil não é todo igual e hoje criam conteúdos segmentados para crianças e adolescentes. Além é claro, da Reserva, grife de roupa masculina que ao perceber a necessidade dos pais de se vestirem como os filhos, criou a sua marca infantil, que atualmente dita moda para a principal.

Por fim, o que fica claro ao olharmos todos esses exemplos é que essas marcas conseguiram se colocar no lugar desse público e, foram bem-sucedidas porque apostaram nesse consumo quase que “sentimental”. E aí, que tal investir nesse universo?


Modelo Fotográfica, Modelo Fotográfico ou Modelo Comercial?

Dos anos 80 até os anos 90 era muito comum usar os termos MODELO FOTOGRÁFICO ou MODELO FOTOGRÁFICA para caracterizar os modelos que hoje em dia chamamos de MODELOS COMERCIAIS.

Os artigos “O” ou “A” eram usados no final da termo modelo fotográfico, para diferenciar um modelo masculino de um modelo feminino… Mas com o passar do tempo, a MÍDIA” de uma maneira geral, entendeu que essa categoria de modelos não faz apenas trabalhos fotográficos , mas também atuam em filmes publicitários, ações de marketing/eventos e até em desfiles de alguns produtos adequados à esse perfil, como por exemplo, desfiles de calçados, (onde geralmente os fabricantes preferem modelos com pés pequenos).

Hoje em dia essa categoria de modelos definitivamente é chamada de MODELOS COMERCIAIS.


FLORESÇA

10″Quando eu flor
e tu flores
nós flores seremos
e o mundo só florescerá
quando tu, amor
a mais bela flor
encontrar um beija-flor
que vai tirar o melhor de você
e dizer: quero te ver
quando menos esperar
esse vai aparecer
e transparecer…”

Dimas L