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CONSUMO DE MODA

No consumo de moda, 9 a cada 10 brasileiros ainda preferem lojas físicas.
Uma pesquisa feita com mais de mil consumidores mostra que, no consumo de moda, nove a cada dez
brasileiros ainda preferem fazer compras em lojas físicas. O estudo é da empresa de pesquisa e
monitoramento de mercado e consumo Hibou.

De acordo com a pesquisa, 89% dos brasileiros preferem adquirir roupas e acessórios em lojas físicas;
40% também gostam de comprar pela internet, por sites ou aplicativos, e 31%, por WhatsApp. O modelo
de negócio que se baseia no envio de uma mala de roupas para o cliente experimentar em casa
também foi citado por 2% dos respondentes.

Ainda segundo a pesquisa, mesmo em época de pandemia de Covid-19, 74% dos brasileiros se sentem
seguros de comprarem em loja presencialmente. Mas os consumidores exigem algumas garantias. O
que a maioria dos compradores espera hoje das lojas é o trio controle de entrada, atendentes de
máscaras e limpeza do ambiente.

“O contato presencial ainda é predominante na categoria moda”, afirma Ligia Mello, sócia da Hibou e
coordenadora da pesquisa. “O que está ainda mais evidente, na verdade, é a consciência dos
consumidores”.

A pesquisa revela também que 71% dos brasileiros esperam das marcas uma cadeia produtiva mais
consciente, com menos uso de água e sem crueldade animal e 51% querem processos humanizados.
“O consumidor não está preocupado de ir até uma loja física; ele quer comprar de cadeias que prezam
pela consciência global de ambiente e com responsabilidade social”, complementa Ligia.


VAIDADE MASCULINA

São 675 itens só para homens: esmalte, creme pra depilar, para tirar ruga, para reduzir abdome e vários tipos de modeladores para cabelo. A loja montou estratégias de venda baseadas no perfil do público masculino. “A gente sabe que o homem precisa de uma venda assistida, ele tem pressa, quer ser atendido com rapidez, mas nós temos em todas nossas lojas profissionais de beleza. São cabeleireiros que atendem exclusivamente nossos clientes pra tirar dúvidas com relação a nossos produtos”, explica Vladmir Bastidas, coordenador de eventos.

Já uma fábrica de cosméticos também percebeu a tendência e a produção, que era direcionada só para mulheres, focou também o público masculino. Em 2018, a indústria lançou uma linha para homens com gel, pomadas modeladoras, shampoo e óleo para barba. “Ainda representa pouco no total de cosméticos, no total de faturamento da nossa companhia, mas já tivemos um crescimento de 700% do faturamento inicial em 2013”, afirma Daniele Ferré, gerente de marketing.

No último ano, a fábrica faturou R$ 14 milhões com os produtos masculinos. Algumas medidas ajudaram a conquistar esse público. “A fragrância tem que ser leve, fresca, com gengibre, ginseng, e a embalagem, discreta. A gente trabalha com o passo a passo de produtos, desenho de como usar, cores neutras, foscas, uma coisa que não chame tanta atenção. O público masculino gosta de coisa discreta”, diz Andreia Castro, gerente de produto.

A fábrica fornece para mais de 60 mil perfumarias e drogarias no país. Agora a aposta é numa nova linha de shampoos e condicionadores, vendidos pela internet. A gerente de marketing Daniele explica que o investimento para esse mercado vai ser o e-commerce, já que esse público gosta muito de tecnologia, gosta de achar as coisas fáceis.

“Eu acredito que o potencial de produtos masculinos é continuar crescendo na casa dos dois dígitos nos próximos 20 anos. Então, é um grande mercado que se apresenta pela frente”, afirma o presidente da Abihpec.

Fonte: G1


MODA INFANTIL

Moda infantil. Com que roupa eu vou?

Existem muitas variáveis influenciando esse tipo de compra: o perfil socioeconômico do público, seu estilo de vida, a situação de uso da roupa e a idade da criança

Em um casamento, a mulher observava pai e filho juntos, elegantes e bem vestidos. Como pedia a ocasião, os dois usavam roupas sóbrias, contemporâneas, mas com um toque clássico. O design transmitia estilo, refinamento e bom gosto. Como a roupa da criança era claramente inspirada na moda adulta, a mulher logo concluiu: “Veja, o menino gosta de se vestir como o pai”.

Nada mais enganador para avaliar o comportamento de compra de moda infantil. Existem muitas variáveis influenciando esse tipo de compra: o perfil socioeconômico do público, seu estilo de vida, a situação de uso da roupa e a idade da criança. Outra fonte de erros é avaliar o grande público a partir da observação de alguém próximo. Há grandes chances de que ele não represente o comportamento da maioria.

As empresas vendem para um público amplo que não é homogêneo. Compreender as diferenças de comportamento dos consumidores é um primeiro passo importante para o sucesso do negócio. Para isso, temos que recorrer a pesquisas ou a dados já disponíveis.

Nas compras das famílias, muitos pensam que a figura do pai é a mais importante por ele ainda ser responsável pela maior renda em muitas delas. Na verdade, ou ele é influenciado pela mulher ou simplesmente ela é a decisora da compra. A mulher é a grande compradora da família. E ela, por sua vez, pode ser influenciada pela criança, dependendo de alguns fatores.

Para roupas do dia a dia, a criança que mais influencia as compras é a que tem de 8 a 12 anos de idade. O comportamento dela não é mais típico da infância e ela norteia seu comportamento pela observação dos adolescentes. A chamamos de pré-adolescente. Seu poder de influência é tão grande que é considerada decisora da compra de suas roupas, mesmo que a compra em si seja feita pela mãe. A roupa, como mais um meio de auto-expressão, refletirá o estilo de vida dessa criança. Esse estilo é inspirado no dos adolescentes, mas com certa suavidade e inocência mais próximas da infância. Ainda não começou a fase de contestação e rebeldia de anos à frente.

Mas a influência da criança nas compras de roupas casuais começa antes, por volta dos 3 ou 4 anos de idade. Dessa fase até a idade de 7 ou 8, a criança já indica o que quer. A mãe, para não correr o risco de comprar uma roupa que ficará abandonada no armário, dá esse poder de escolha à criança. E esta se encantará com produtos que refletem seu imaginário. Essa é invariavelmente a fase da fantasia, da magia e do faz de conta. Os personagens e as brincadeiras reinam na mente dessa criança. Isso é inerente à sua fase de desenvolvimento. Para ela, os produtos coloridos, com personagens do momento, sempre têm sucesso em roupas acessíveis de uso diário.

Já na fase anterior, do nascimento até os 2 ou 3 anos, a criança tem uma grande dependência da mãe. Sua influência nas compras é quase nula. Os personagens vistos em produtos dessa fase – muitas vezes representados como bebês – são para encantar as mães. Essa criança se interessa pelas cores fortes. Mas as cores pastel que vemos nas roupas são consequência do que a maioria das mães gosta para seus bebês.

Os exemplos que demos são válidos para as roupas de uso diário. Mas há situações em que o critério de escolha e a influência de cada parte se alteram. É o caso das compras de roupas para situações mais formais ou sofisticadas, como festas, cerimônias e até certos passeios. A mãe, hoje mais empreendedora e independente, usa os produtos como forma de expressar sua ascensão social. As roupas dos filhos se enquadram nessa categoria também. Assim, para usos mais sofisticados, a influência da criança é bem menor. A consequência é que a roupa inspirada na moda adulta é muitas vezes a escolhida aqui.

A mudança da roupa conforme a situação de uso é muito clara nos adultos. Há situações em que o conforto é o mais importante. Em outras, sacrificamos conforto em nome da elegância. No caso da moda infantil, não muda apenas o tipo de roupa, mas também o papel e influência de cada um no processo de compra.

Da próxima vez em que for sair com seu filho, repare como são escolhidas as roupas e por que. Observando esses pontos, uma loja poderá escolher de forma mais adequada seu mix de compra e uma indústria poderá definir de forma mais focada qual público atender e qual produto oferecer. Sucesso na escolha!


CONHEÇA O POTENCIAL DE MERCADO DA MODA PLUS SIZE

Conheça o potencial de mercado da moda plus size

A demanda para tamanhos grandes cresce a cada ano: saiba como se planejar para ganhar mais com este segmento

Já foi o tempo em que o padrão de beleza era ditado por mulheres magérrimas. Agora está na moda ser quem se é, assumir a identidade e o corpo que se tem.

O mercado de moda plus size está cada vez mais diversificado. As peças estão cada vez mais sofisticadas.

O mercado de moda plus size está cada vez mais diversificado. E não é só porque as peças estão cada vez mais sofisticadas ou casuais. É porque há espaço nesse nicho de mercado. Além das mulheres, temos também os homens, crianças, adolescentes, jovens e idosos.Negócio plus size

Lá vão algumas dicas para você empreender bem nessa área. Não importa se você quer investir ou apenas ampliar o seu empreendimento.

Plano de negócio: não esqueça de investir em um bom plano de negócio. Essa é realmente a primeira coisa que você deve fazer.

Produto: a moda plus size não tem mais limites. A partir do número 44 ou da etiqueta GG podem ser confeccionadas peças masculinas e femininas, infantis e da moda íntima, fitness, casual, festa,  moda praia. Isso sem falar nos acessórios, como cintos, colares, pulseiras e bolsas. Opções não faltam, você apenas tem que escolher o que oferecerá aos seus clientes. Também, precisará pesquisar a demanda em sua região e, depois de definir seu produto, arrasar nos modelos que colocará à venda.

Venda: Simples assim. Depois de saber quem é seu público, ter o espaço montado ou sua página na internet funcionando, realize suas vendas. Como fazer isso? Crie estratégias de vendas! Capacite sua equipe, procure transformar o ato da compra em uma experiência agradável para o cliente. Este curso a distância do Sebrae sobre como vender mais e melhor pode ajudar você.

Online: Você pode trabalhar apenas com uma loja física, mas precisará saber vender o seu peixe na rede. Então, invista em divulgação na internet. Conheça mais sobre e-commerce aqui.

Legislação e padronização: Antes de colocar os produtos nas araras e abrir as portas do seu negócio, pesquise o que diz a lei. No site do Inmetro, você acessa informações sobre a etiquetagem de produtos têxteis.

Linhas de financiamento: se você precisar de investimento, consulte as informações divulgadas no portal do Finep – Inovação e Pesquisa e do BNDES Inovação.

Promoções: aproveite datas comemorativas, mas crie seu próprio calendário de datas e motivos para chamar a atenção do seu potencial cliente. Invista em marketing para que sua marca seja vista e lembrada.

A moda plus size

A moda plus size não tem o objetivo de disfarçar o excesso de peso, mas de valorizar o corpo, tirar do cliente aquela sensação de que nunca encontrará nada do seu tamanho ou ainda que, se encontrar, não será uma peça bonita.

As peças precisam ter corte e caimento para valorizar as curvas. Então, é claro que você precisa apostar nas tendências para se dar bem neste mercado. Que tal criar um blog para valorizar os produtos e ainda oferecer os serviços de um personal stylist?

O Fashion Weekend Plus Size é um evento super interessante que reúne grandes marcas especializadas duas vezes ao ano em São Paulo.

Sucesso para inspirarInspire-se em marcas populares que desenvolveram coleções próprias plus size. É o caso da Marisa, com a linha “Especial para você”, a C&A, com a “Special for You” e a Malwee, com “Grandes Abraços”.

Duloren, primeira marca de lingerie a apostar nesse público com o slogan “Gostosa demais para usar 38”, obteve resultados surpreendentes e, atualmente, os tamanhos grandes correspondem a 50% do seu faturamento.


5 Formas de trabalhar sua autoestima e se amar mais

O que é autoestima?

Como mencionado no início do artigo, autoestima é a estima que uma pessoa tem por si mesma. É comum vermos pessoas associando o conceito a aspectos estéticos e, embora de alguma forma isso envolva a aparência, autoestima vai muito além disso. Se amar é mais do que se achar bonito, significa se gostar por inteiro, se sentir capaz, inteligente, ter orgulho de ser quem é.

Vale ressaltar que autoestima é diferente de autossuficiência, de se achar superior aos demais, simplesmente porque se trata de uma questão pessoal, interna, que nada tem a ver com os outros. Além do mais, ter autoestima não significa fechar os olhos para os pontos que precisa desenvolver e sim reconhecê-los sem se achar inferior por conta disso.

Existem pessoas que acham que quem tem autoestima elevada fecha os olhos para o que precisa melhorar e isso não é verdade, pois o efeito é totalmente o contrário. É exatamente o fato de um indivíduo se amar que irá estimulá-lo a evoluir cada vez mais, porque é isso o que o amor faz, ele transforma, empodera, promove a evolução.

Por que a autoestima é importante?

Quando um desafio surge na vida de uma pessoa, o primeiro fator que a empurra para superá-lo é o fato de ela acreditar que pode conseguir. Afinal, se ela achar que não tem nenhuma chance, provavelmente não irá se sentir motivada a tomar qualquer atitude. Esse é um dos motivos pelos quais a autoestima é fundamental, ela é nosso combustível para agir.

Outro fator que mostra a importância da autoestima está ligado ao relacionamento interno, à forma como você mantém um diálogo consigo mesmo. Pessoas com a autoestima elevada são mais gentis consigo mesmas e evitam se martirizar pela culpa, elas preferem utilizar seus erros como fontes de aprendizado para evoluírem e fazerem diferente em vez de se vitimizarem e permanecerem inertes.

Assim como nos relacionamos com amigos e familiares, o mesmo acontece em relação a nós mesmos. O diálogo que tem mentalmente com a sua própria consciência é um tipo de relacionamento que precisa ser cuidado e que deve ser harmonioso. Quando você não consegue manter uma conexão positiva consigo mesmo, isso acaba influenciando as conexões com todos à sua volta.

Por tudo isso, se gostar e ser feliz sendo quem você é, com suas qualidades e pontos a desenvolver, é fundamental para uma vida plena. Isso não significa que não irá passar por problemas e sim que irá enfrentá-los de maneira confiante, o que faz toda a diferença nos resultados.

5 Formas de trabalhar sua autoestima e se amar mais

Agora que você já sabe o que é autoestima e qual a sua importância, veja algumas formas de trabalhar a sua e se amar mais.

1 – Reconheça suas qualidades

O primeiro passo a ser dado é reconhecer as suas qualidades e se valorizar. Se não fizer isso de forma consciente, inconscientemente irá dar mais ênfase para os pontos em que não é tão bom assim, o que irá prejudicar sua autoestima. Se desejar, registre as qualidades que for identificando, assim, irá torná-las cada vez mais vivas em sua mente, fortalecendo a sua autoconfiança.

2 – Evite se comparar com os outros

A comparação é um terreno perigoso e injusto, porque faz com que se compare com indivíduos que possuem uma trajetória totalmente diferente da sua e crie uma ideia equivocada de inferioridade e incapacidade. Sendo assim, tenha a consciência de que cada ser é único e que só deve se comparar consigo mesmo, a fim de constatar o caminho percorrido pelo seu eu do passado até chegar ao presente.

3 – Se cuide para você e não pelos outros

Autoestima e autocuidado andam lado a lado, mas é importante deixar alguns pontos claros. O primeiro deles é que esse autocuidado não inclui apenas medidas estéticas, mas também mentais, emocionais e espirituais. Além disso, é fundamental que faça isso sempre pensando no seu bem-estar e não em fazer o que todos estão fazendo ou tentar ser aceito por determinado grupo e se encaixar em um padrão.

4 – Imponha limites nas relações

Autoestima também envolve impor limites nas relações, afinal, não é porque ama muito uma pessoa que deverá a se submeter a todas as vontades dela. Reconheça os seus limites e deixe-os bem claros para as pessoas com as quais se relaciona. E faça isso sem medo, pois aquelas que te amarem verdadeiramente saberão respeitar as suas condições, assim como você também deverá respeitar as delas.

5 – Entenda que os erros fazem parte da vida

Por último, mas não menos importante, é preciso que entenda que os erros fazem parte da vida e que errar não anula todas as qualidades que possui. Procure sempre fazer o seu melhor, mas, caso venha a falhar, olhe para a situação com a cabeça erguida, sem se julgar ou se culpar. Faça o que for possível para consertar o ocorrido ou, pelo menos, reduzir os danos, reveja os pontos que poderia ter feito diferente e siga adiante.

Nós nos esforçamos para manter bons relacionamentos com todos ao nosso redor e, muitas vezes, deixamos de cuidar da nossa relação interna. Se você se identifica com isso, saiba que sempre é tempo de mudar e evoluir. Se ouça, se observe, se cuide com carinho, assim, irá fortalecer sua autoestima e se tornar uma pessoa cada vez melhor, para você e para o mundo.


Kids

Todos nós sabemos a importância da moda para as crianças, mesmo que inconscientemente. Você deve ter fotos de quando sua mãe te vestia para uma ocasião especial… Já as modas desajeitadas, as roupas que ficam um pouco justas demais, os vestidos combinando, ou os vestidos horrivelmente incompatíveis, ninguém quer mostrar por aí, né? Mas por que não deixar as crianças se aventurarem na moda, que nada mais é do que uma forma de se expressar.

Contudo, o que vemos são pais querendo ditar a moda de seus filhos. Por que deveria ser assim? Está escrito em algum lugar que as crianças não podem escolher suas próprias modas?

Seus filhos ficarão lindos independentemente do que vestirem: seja um vestido de princesa em uma tarde de sábado ou jeans rasgados para uma festa. A preocupação mais importante deve ser que eles tenham permissão para se expressar, para crescerem criativos, confiantes em suas escolhas, independentes e de mente aberta.

Não por acaso, a Academia Americana de Pediatria aconselha que as crianças devem poder escolher suas próprias roupas a partir dos 4 aos 5 anos.

Que tal você tentar?

Separamos algumas razões do por que a moda é importante para as crianças.

AUTO-EXPRESSÃO

Você pode ver seus filhos como meras “crianças”, mas é provável que eles não se vejam dessa forma. As crianças estão começando a definir suas personalidades a partir dos 4 anos de idade. E as roupas que vestem vão ser uma grande parte dessa definição. Por vezes, elas têm pouca liberdades em uma vida criada e estruturada por seus pais: isso é feio, isso é bonito, isso é legal, isso não… Oras, mas onde está a liberdade de expressão? Dê-lhes a oportunidade de experimentar e criar uma identidade para si próprios. É uma habilidade valiosa que contribuirá muito para construir confiança agora e no futuro.

SENTIR-SE ESPECIAL

Deixe a personalidade do seu filho brilhar! É fácil para as crianças seguirem a multidão, mas promover a individualidade ao encorajá-las a seguir sua própria direção fornece um modelo poderoso para desenvolver habilidades de liderança e independência.

É MAIS FÁCIL PARA ELES

Há coisas que merecem que lutemos por elas. Seu filho pode acreditar que vale a pena lutar pela escolha de roupa, mas você acredita que isso vale a pena? Pior ainda, ele comete algumas gafes da moda, mas você realmente quer forçar seu filho a usar roupas com as quais ele não se sinta confortável? Mães, relaxem, não vale o estresse extra.

ELES VÃO USAR O QUE QUEREM – NA VIDA!

Se você está se perguntando por que aqueles tênis no fundo do armário ainda têm suas etiquetas de preço, admita; seu filho simplesmente não gosta deles. Quando você gasta um bom dinheiro com as roupas de seus filhos, pode ser irritante encontrá-las penduradas no armário sem usar. Se você deseja obter o melhor retorno sobre seus investimentos, deixe a escolha com eles. Quanto mais eles escolhem, menos você perde.

Moda é importante para as crianças pois é uma forma de arte

Design de roupas, moda, “estilo” – seja qual for o nome que você escolher – tudo isso é arte e, como acontece com outras formas de arte, é uma forma de expressão, tanto por parte da pessoa que cria as peças, quanto àquela que escolhe o que usar . E por meio dessa expressão é possível enriquecer muito o campo da sensibilidade de seu filho.


Especial mulher, você!

Especial mulher, você!

Muitas mulheres são bonitas…
És a mais linda
Muitas mulheres são brilhantes…
És meu diamante
Muitas mulheres têm sorriso bonito…
Teu sorriso vem da alma
Muitas mulheres têm uma voz bonita…
A tua é doce, tênue e gostosa de ouvir
Muitas mulheres falam de amor,
Você é o amor tão falado
Muitas mulheres venceram batalhas…
És guerreira mestra nesta arte
Muitas mulheres tiram lágrimas…
Você as enxuga com delicadeza
Muitas mulheres se acham maravilhosas…
Você é a mais rara das belezas
Muitas mulheres têm ação…
És pura e verdadeira ação
Muitas mulheres são valiosas…
Você é a mais bela das jóias.


MULHER MODERNA

Qual a posição da mulher moderna na nossa sociedade

Essa é uma discussão que atrai os mais diversos olhares. Debater a posição da mulher, desde o surgimento da sociedade, é um assunto extremamente polêmico, isso devido ao fato das inúmeras submissões que as mulheres eram submetidas, unicamente em razão do sexo.

Infelizmente, por muito tempo as mulheres sofreram com o patriarcalismo (e ainda sofrem por conta de seus reflexos). O patriarcado sugere uma “hierarquia”, que primeiro foi exercida sobre os escravos, e depois passou a ser exercida sobre a relação homem x mulher.

A discriminação biológica se caracterizou no momento em que o homem objetificou a mulher e criou uma hierarquia imaginária que até hoje afeta a nossa sociedade. Essa figura hierárquica se relaciona ao “dominus” que é o domínio exercido pelo homem sobre a mulher.

Através da figura do domínio, as mulheres foram privadas de sua autonomia, e consequentemente de todos os seus direitos sociais e políticos. Com a figura do domínio já estabelecida, a desigualdade se instaurou, e as mulheres começaram a ser submetidas a controles sociais. Esses controles compreendiam:

  • Controle doméstico: as mulheres deveriam servir e obedecer aos pais, e depois de casadas, esse encargo era repassado para a vida conjugal, sendo responsabilidade da esposa servir seu marido. O controle doméstico diz respeito até mesmo ao controle dos desejos sexuais, que obrigavam as mulheres a ter relações sexuais mesmo se não quisessem.
  • Controle ao mercado de trabalho: as mulheres eram privadas de trabalhar fora de casa, “servindo” apenas para cuidar dos filhos e da casa, dando a ideia de que essa obrigação era exclusiva e inerente às mulheres.
  • Controle ao acesso a locais públicos: as mulheres eram privadas de todas as liberdades, inclusive a de ir e vir. Em alguns locais era proibido o acesso das mulheres, como por exemplo, escolas, e locais destinados à discussão de políticas públicas, por exemplo. Esse controle se perfez até o surgimento da CF/88.

Por estarem submetidas a esses controles por tanto tempo, as mulheres já não questionam mais seus direitos e liberdades.

Este cenário começou a mudar somente quando entraram em cena as guerras. Era muito comum que os homens que saíssem para guerrear não voltassem, deixando seu trabalho para trás, e também a administração da própria vida, que seguia mesmo sem eles. Com esse fato, as mulheres precisavam assumir o controle deixado pelos maridos mortos, e assim se iniciou um processo de redescoberta da sua importância na sociedade.

Ocupar um lugar que nunca fora alcançado ensejou nessas mulheres sede de justiça, e começaram a entender que juntas elas poderiam ir mais longe. E foi assim, que no final do século XIX se iniciou na Europa o chamado “MOVIMENTO FEMINISTA”.

O movimento feminista foi difundido através de três grandes ondas, as quais as mulheres decidiram colocar em pauta assuntos jamais abordados.

  • PRIMEIRA ONDA FEMINISTA, por volta do ano de 1913, que teve como principal questionamento o direito ao voto.
  • SEGUNDA ONDA FEMINISTA, nessa onda as mulheres evidenciaram o domínio entre homem e mulher, questionando esse comportamento, bem como a divisão de tarefas e responsabilidades exclusivas das mulheres. A diferença salarial, a autonomia sexual, a violência doméstica, e todas as opressões sofridas foram escrachadas, e as mulheres cada vez mais tinham vontade de ser livres e independentes, principalmente no que tangia à sua sexualidade.
  • TERCEIRA ONDA FEMINISTA, em meados de 1980, que já não tinha como objetivo lutar por um direito específico, e sim cobrar das autoridades e do poder público que novas discussões pudessem ser sempre colocadas em pauta, mostrando que as mulheres não se “acomodaram” somente com as conquistas anteriores. Mesmo com tanta luta, o sexismo continuava acontecendo.

O direito da mulher pela busca de sua autonomia e liberdade até hoje encontra dificuldade na sua compreensão, e na forma que ele é exposto. As raízes patriarcais da nossa sociedade restringem as mulheres de falarem sobre alguns assuntos, como o caso da sexualidade. Como dito acima, por muito tempo o direito sexual das mulheres era decidido pelo homem, e a mulher era obrigada a fazer o que ele queria.

Atualmente a posição da mulher moderna deve ser uma posição de luta, e de exigir respeito.

Muitas mulheres ainda se sentem coagidas ao falarem de alguns assuntos, e a masturbação é um deles. Um assunto tão comum e popularizado entre homens, que quando abordado por mulheres atrai diversos olhares maliciosos e maldosos.

A luta que devemos sempre evidenciar é a luta por respeito e igualdade, sem a banalização de assuntos tão importantes, que dizem respeito inclusive à nossa saúde.


Como ser modelo fotográfico: Dicas importantes

 

Como ser uma modelo – Fazer seu book: Afinal quem sonha em ser fotografado tem que antes mostrar seu talento, isso porque modelo fotográfico não é somente deixar ser fotografado é necessário mostrar toda desenvoltura na frente das câmeras. Com o book as agências de modelos conhecerão seu trabalho e talento e te guiarão em como fazer para ser modelo..

Como ser uma modelo – Postura: Para ser modelo é necessário postura, por isso é necessário saber se portar nos ambientes de trabalho, ter uma linguagem adequada, socializar, saber se posicionar, agir de forma natural e espontânea conta muitos pontos, mas o fundamental é respeitar todas as pessoas.

Como ser uma modelo – Participe de eventos: Não se restrinja a mostrar seu portfólio somente nas agências de modelo, frequente eventos de moda, neles existem diversos recrutadores que é possível apresentar seu trabalho e saber mais sobre como ser uma modelo de sucesso.

Como ser uma modelo – Estude: A carreira de modelo assim como todas as profissões é necessário sempre se aprimorar, por isso procure cursos para ir aumentando sua capacidade e suas habilidades.


O PODER DO MERCADO INFANTIL

Apesar da sociedade brasileira estar ficando mais velha, o mercado infantil está mais forte do que nunca. Quem investe nesse ramo aposta na seguinte lógica: os pais até deixam de comprar para eles, mas não deixam de comprar para os seus filhos. Mesmo com a queda das vendas nos tempos de crise, os gastos com os produtos para esse público não cessam. Varejistas de roupa para crianças crescem em média 6% ao ano, segundo dados da Abit. Parte dessa alta constante está na lógica por trás do ciclo normal de vida de uma pessoa. Até os três anos de idade a média de crescimento é de 12,5 centímetro ao ano, segundo a Sociedade Brasileira de Pediatria. Ou seja, os pais compram uma roupa para um filho e logo ele cresce, emagrece ou engorda, e não se pode adiar um novo investimento. Afinal de contas, eles preferem ficar anos sem uma novidade no armário do que deixar os filhos “maltrapilhos”.

Mas seria essa a única força desse público?

Segundo dados da Euromonitor, nos últimos seis anos, o volume de vendas anual de produtos desse segmento cresceu 45,6%, somente no Brasil. Passando de R$2,7 bilhões para R$3,9 bilhões. E mesmo que você não entenda de projeções e números complexos, dá para perceber como a juventude dominou o foco dos mercados. É só uma questão de observar algumas das principais indústrias do mundo.

Das dez maiores bilheterias da história do cinema, seis são produtos focados no público infanto-juvenil. O holofote do mercado nesses jovens tem transformado as indústrias culturais. Reed Hastings, CEO da Netflix, falou abertamente que seus maiores concorrentes não eram outras empresas de streaming como, por exemplo, HBO ou a Disney, mas sim o Fortnite. A indústria dos videogames é (de longe!) a maior do entretenimento mundial. Em 2018, os “consoles” atingiram seu maior patamar na história, faturando U$134 bilhões ao redor do mundo. Um crescimento de 17% em relação a 2017. Lógico que temos que levar em conta que com a popularização dos smartphones produtores de games encontram caminhos mais fáceis para chegar nos seus consumidores finais. Até mesmo jogos grátis faturam alto vendendo as famosas “skins”. O Fortnite, só para usar o exemplo acima, rendeu U$2,4 bilhões à Epic Games (empresa desenvolvedora) no ano passado só vendendo esse tipo de conteúdo.

Pode apostar que, onde existe uma multidão infantil pronta para gastar dinheiro, vai existir alguém pronto para lucrar.

Então, quem influencia esse público?

Na indústria não existe bobo! Empresas já entenderam o poder que os influenciadores têm sobre esse grupo. Essa fatia do mercado se caracteriza pela fidelidade com os produtores de conteúdo, ou produtos que eles gostam, e apresentam um comportamento de manada na defesa dos seus influencers favoritos. Prova disso é pegar qualquer fenômeno jovem, dos menudos (para os jovens de outrora) aos grupos de pop, e você verá que, mesmo com a diferença dos tempos, os comportamentos são correlatos: filas quilométricas para chegar perto do ídolo, muito merchandising vendido, shows lotados, etc. Só que agora, essa nova infância não frequenta mais os mesmos lugares e nem é impactada pelos mesmos meios de comunicação que nós fomos. Lembra de quando você assistia novela com sua família? Atualmente não existe isso. Hoje o mundo é conectado e é assim que essa geração é influenciada. Não é à toa que os canais do YouTube que focam nesse público são os mais bem-sucedidos no nosso país. Whimdersson Nunes, Felipe Neto, Luccas Neto, além de canais de curiosidades e games e até a Galinha Pintadinha e mais dois canais de funk (Kondzilla e GR6 Explode) são os dez canais de maior sucesso no Brasil.

E como ganhar esse game para sua marca?

O principal trunfo de qualquer marca que deseja investir nesse segmento é a empatia. Tentar entender às necessidades dos pais e das crianças é o que, no geral, garante a criação de produtos que irão fazer sucesso com esse público. A Associação CineMaterna que realiza seções de cinema para que mães e pais possam ir com seus bebês sem receber olhares de reprovação, já fez parceria com grandes marcas, como a Natura, empresa de cosméticos, por exemplo. Os próprios irmãos Neto, que entenderam que o público infantil não é todo igual e hoje criam conteúdos segmentados para crianças e adolescentes. Além é claro, da Reserva, grife de roupa masculina que ao perceber a necessidade dos pais de se vestirem como os filhos, criou a sua marca infantil, que atualmente dita moda para a principal.

Por fim, o que fica claro ao olharmos todos esses exemplos é que essas marcas conseguiram se colocar no lugar desse público e, foram bem-sucedidas porque apostaram nesse consumo quase que “sentimental”. E aí, que tal investir nesse universo?